Archive for Fevereiro, 2008

Uoww, The Sugars!

sugars1.jpg

“Blood, sweat and tears. The reality. Not the band.” Segundo eles, estas sãos as influências da banda e, na real, quem somos nós pra discordar? Em meio a tanto neon, glowsticks, raves, new raves, old raves, sei lá mais o que raves, no meio de tanta cor, Londres conseguiu nos agraciar (???) com o melhor “preto e branco” possível! Eles são jazzy, garageiros, suaves, cantam blues em pleno 2008 e arrasam! Eles são os The Sugars, que cantam sobre amor, sofrimento, bebidas, desilusões, pirações, tudo isso num clima bem 50’s, absolutamente fantástico!

O chato é que infelizmente eles ainda não lançaram nenhum cd, mas já existe um EP bem difícil de achar, que é vendido em shows e pela internet, mas parece que já se esgotou.

Não achei musicas disponíveis para download, porém me contentei com o que esta disponível no myspace dos caras, e além da comentada faixa 1 do player “Way to my heart”, tive uma enorme surpresa ao chegar na faixa 4 do player e me deparar com a INCRÍVEL Monsters”, a faixa que definitivamente me fez cair de amores pela banda, tanto que virou a música da minha página do myspace, rs. Ouçam, mesmooo, pros dias de hoje vale muito, mais muito a pena; inclusive se alguém achar material deles para download, mandem pra comunidade, ok?! Ficou a dica então ;)

Monsters


Vídeo - “Way to my heart”

=)

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NME Awards 2008

Se liga nesse video, o qual é apenas um pretexto aqui, e cai lá no more NMETV e nos relateds. Diversão no seu fim de noite ;)

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Podcast > Qualquer coisa

Pré-estréia do programa “Qualquer coisa“, comandando pelos jornalistas José Flávio Jr., Paulo Terron e Ronaldo Evangelista.

Na programação: Mallu Magalhães, Bonde do Rolê, Css e mais.Foi assunto no blog, aqui.

O programa foi gentilmente cedido por José Flávio Jr. para que o passássemos pelo Podcast da INMWT. As próximas edições, acompanhe pelo blog Withlasers.

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PRAOUVIR > Qualquer coisa

pod.jpg Esse é o nome do podcast que (pré)estreou, nessa segunda-feira, com José Flávio Jr., Paulo Terron e Ronaldo Evangelista. “São três jornalistas que falam pracaralho conversando sobre o que der na telha.” Além de já ser um atrativo por si só, estou divulgando ele aqui também porque eles falam de três artistas/bandas novas que têm sido temas nossos.
Sente o drama:

- Mallu Magalhães merece ser levada a sério?
- O concurso da nova vocalista do Bonde do Rolê foi combinado?
- Cansei de Ser Sexy é brasileira?

Ouça, pois vale muito a pena. Clica na imagem e caia lá no post do Withlasers

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Amazing: Joe Lean and The Jing Jang Jong!

Com certeza, esse quinteto inglês (embora na foto só tenham 4 =p) entra no meu top 10, ou até quem sabe no meu top 5, de bandas absurdinhas que eu conheci de uns tempos pra cá. O Joe Lean and The Jing Jang Jong é uma banda que não tem como não gostar logo de cara, pelo menos eu acho! Com apenas 1 ano contado de estrada, desde o primeiro show, a banda é lembrada por ter acompanhado muitos artistas e bandas, entre eles, Babyshambles, Kaiser Chiefs, Dizzee Rascal e muitas outras. No ano passado, participaram da turnê dos prêmios da revista NME e, esse ano, garantiram um lugar no festival SXSW em Austin nos USA. Ou seja, cheira como graaaande promessa pra esse ano de 2008.

Mas, enfim, e como soa essa tal promessa de 2008? Olha, soa bem, muito bem por sinal, eu diria, é o típico rock inglês, que sabe ser calmo mas quando quer usar guitarras e baterias insanas, usa!

Lembrou de início outra banda de absurdinhos, o The Fratellis, mas lembrou bem de ínicio, pois o O Joe Lean consegue ser mais suave, e mais melódico em momentos não tão esperados, o que torna o som extremamente cativante! ui! ;D

Segue abaixo o primeiro single da banda:

Check them out:

Joe Lean and The Jing Jang Jong - Lucio Starts Fires

 
icon for podpress  Joe Lean and The Jing Jang Jong - Lucio Starts Fires: Play Now

Video: “Lucio Starts Fires”

Official Web: http://www.jingjangjong.com/

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Le Tigre - Kathleen Hanna = MEN

letigre.jpg

Eu não sou fã de Le Tigre. Mas, eu sei que há muita gente que é fã do trabalho desses três aí da foto, por isso eu repasso o que acabei de ler via feed, pela Bigstereo.

Kathleen Hanna está engajada demais em sua causa pra continuar compondo e viajando com seus parceiros: Johanna Fateman e JD Samson = Le Tigre. Como a equação não se completa sem ela, os outros dois resolveram agir como dupla e ir curtindo um barato por aí, como o duo MEN. E pra quem acha que MEN é um Le tigre sem Kathleen, eu já adianto: engane-se menos com esse trio.

MEN é piorzinho, mas vocês vão gostar também. É mais um desses artistas? que usam batidinhas, tecladinhos, refrãozinhos pra dançar com direito a paradinhas estretégicamente pobres e uns efeitos aqui e ali pra tentar representar alguma habilidade musical. Não concorde comigo, mas saca só a real:

 
icon for podpress  MEN - Make it reverse: Play Now

 
icon for podpress  MEN - Shake off: Play Now

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Plants And Animals

Um dos primeiros posts no Descobrindo bandas foi sobre essa de Montreal (aqui), e é por isso que hoje temos uma postagem especial.

Eis que rolou um EP, em 2007, do qual falei na minha retrospectiva, festivais, locais e não, entre eles um na Islândia, com o Grizzly Bear, novas músicas e… finalmente, o disco, Parc Avenue, terça (dia 26). Que é o segundo da carreira do Plants And Animals, mas é como se fosse o primeiro, já que o primeirão, de 2003, é um compêndio de exercícios post-rock sem o melhor rumo, pra ser elegante.

Bom, penso que a banda recomeçou em 2006, e, na revisão histórica sobre a riquíssima, plural e ensandecida produção musical da década de 2000, o Plants And Animals vai cavar papel comandante. Vai ser reconhecida como a banda que efetivamente levou o country rock americano a seus limites mais aventureiros e modernos dentro de um tradicionalismo do qual, convenhamos, esse estilo, com um pé no partido republicano e outro nas primeiras tendas hippies, não pode se emancipar.

O trio é mesmo como se os seminais Byrds ou Flying Burrito Brothers tivessem sido ungidos sob impacto da presença de um Animal Collective, de um Tv On The Radio e de um Wilco em sua geração, preparando e envenenando o terreno coletivo.

O cuidado transcendente no manuseio do velho steel guitar (à L’oree), as toadas de violão mascando, em meio a cavalos, sentimentos em campo aberto, mas envoltos em operações avançadas de estúdios fechados (Early in the morning); os violinos que mutam, como ilusionismo, de música avant explosiva (em Farie dance) para o puro country de roda do século retrasado (em Sea shanty); a energia de canções caipiras hippongas que nascem e renascem várias vezes, cada vez com banjos mais rudes mas cada vez mais próximas da dimensão sonora celestial que esses artistas/ pilares da geração, que eu citei acima, legaram (Bye bye bye e Mercy); ou Keep it real, que consegue colocar no mesmo bonde o King Crimson, as bandas do coletivo caipira psicodélico Elephant 6, como Olivia Tremor Control, e o grande Sufjan Stevens.

Sem falar no fato de que tocam como barbudões do Texas, mas pensam como estudantes de arte brilhantes e fresquinhos do Brooklyn. Essas paradas… Essas “contradições”, ou melhor, complementações, identificam e provam o Plants And Animals como donos definitivos da ponte entre o que há de mais antigo e de mais estimulante vírgula renovante nesse estranho organismo que se pode chamar “música americana tradicional”. O Iron And Wine e o Band of Horses, qualquer um desses, por melhores que sejam, e me perdoem os fãs mais calorosos, vão ter noites de xixi na cama quando escutarem esse foguete-charrete chamado “parc avenue”, coisa que só dá pra definir como post-country.

Se não é necessária essa lavagem conceitual dos meus parágrafos anteriores, basta dizer (fora a capa obra-prima, lá em cima) que o álbum é de uma consciência estética digna dos maiores de todos, as músicas são construídas de uma forma invejável, minuciosa, a narrativa do disco, canção à canção, também, e mesmo assim cada uma oferece uma beleza particular que mereceria ser digerida e amada exclusivamente por dias e dias a fio.

Os plants me fazem pensar também sobre nossas anacrônicas novas ondas pobrinhas. Bastou Mallu Magalhães ser inventada - como gatinha do folk aos 15 e discípula da palavra-chave johnny cash (poderia ser bob dylan também, como no caso do vanguart, que, no mais, confesso, é outra história) - para que fosse inventado também o maior case indie BR de que se tem notícia. O que ela faz com o fato johnny cash, ou o fato country americano, não importa muito, mas que ela faz alguma coisa, faz.

Enquanto premiarmos as nossas projeções de um mundo perfeito (o exótico prodígio “culto”, o presidente “sindicalista” bom-selvagem), arquitetando a realidade com elas, e não premiarmos os atos em si, no caso musicais (um Plants And Animals, por exemplo), nos fudemos como projeto de lugar - exatamente como a série nova fudidona da Maria Adelaide Amaral, com clube da esquina no talo, vem repetindo nesses dias, via tomadas e diálogos de lucidez cortante.

De qualquer forma, acho muito provável que os Plants… (Warren, Matt e Nic) sejam bem premiados nesse ano, pelo menos lá fora, com menções e deleite que vão começar a ser estampados na semana que vem nos sites alt por aí. Datas de turnê já são várias, como o space acusa, festival de Austin, lançamento triunfante na Sala Rossa…

Você ainda não vai, acredito, encontrar o ParcA pra baixar por aí nos p2ps, mas vai tentando, acho que a partir da semana que vem o volume de opções aumenta. No entanto, ATENÇÃO: dá pra ouvir TODO o álbum, por streaming de 96 kbps, no myspace, se liga.

Tanque, o podcast, pode aguardar, o programa 3 está chegando e vai ser bem legal. Dica: acho que nem posso dar, mas é uma coisa que eu jamais sonharia fazer antes de pensar em ter um podcast. Podem ir clicando pra conferir se já chegou.

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Bonde do rolê escolhe novas vocalistas… Sim, são 2!

Ontem, aqui em São Paulo, rolou a final do concurso da escolha da nova vocalista do Bonde do rolê. Como se sabe, o concurso foi promovido pela MTV e através do site da emissora era possível conhecer as candidatas e acompanhar todas as etapas do processo de seleção e até opinar, através de uma enquete. Pelo visto os resultados da enquete foram bem levados em consideração, pois uma das escolhidas para integrar a banda era líder na preferência popular, e pelo visto, dos meninos da banda também, tanto que Laura Taylor foi a primeira a ser ecolhida.

laurataylor.jpg

A outra escolhida pelo grupo, Ana Bernardino, provavelmente ganhou não só os garotos como os jurados pela…. hummm “excentricidade” após tirar de dentro, BEM DE DENTRO, da sua calça um pedaço considerável de bife(???), bife de carne mesmo, enquanto realizava sua performance, e garantiu seu lugar no bonde. Obviamente as outras 3 que perderam ficaram na m*rd*, rs.

rol.jpg

Mais infos sobre o novo rumo do Bonde, novidades e sobre as novas integrantes, vocês podem pegar pela comunidade do orkut que está sempre bem atualizada ou pela página do myspace que sempre tem algo de novo rolando.

Cheerz

=)

*Crédito das fotos: Funhell flickr

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Volta a ser!

themarsvolta.jpg

Num livro que eu estou lendo há um trecho que diz algo como “uma boa obra de arte é aquela que ao apreciá-la, podemos perceber um caminho novo por ela aberto, e não aquela que nos faz sentir que o ponto máximo já foi atingido”.

The Mars Volta, é sobre eles este post. Faz um mês que saiu o último disco de Cedric Bixler Zavala e Omar Rodrigues Lopez que, em muitos aspectos, não decepciona (instrumental ótimo e boas músicas). O problema: Bedlam in Goliath é de muito mais fácil e rápida digestão que os três anteriores. Não sei se só eu que sinto isso ou se é comum. O que, para mim, era incrível nos discos passados era que minha atenção devia estar completamente voltada ao som durante todas as músicas (já que sempre havia a possibilidade de uma surpresa). Não há nenhuma música tão “L’via L’viaquez” ou “Cassandra Gemni” no quarto álbum da banda. É claro que a surpresa ou a heterogeneidade não são os únicos pontos a serem considerados numa banda, isso fica claro pois bandas como Ramones, Dinosaur Jr. e até o Sonic Youth são de grandeza indiscutível e não se encaixam muito nas características dos três primeiros discos do Mars Volta.

Bem, a banda continua sendo ótima, mas o que eu senti nesse último disco é que eles chegaram já ao ponto máximo. Não dá pra ter certeza do que farão nos próximos discos, mas acho que Bedlam In Goliath mostra que seria melhor se a banda desse intervalos maiores para lançar álbuns (não que a qualidade seja prejudicada, mas não é aquele Mars Volta), para que não caiam na mesmice.

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CSS e o novo álbum

CSS

Foi anunciada a tracklist do novo álbum do Cansei de Ser Sexy, segundo a vocalista Lovefoxxx o som neste novo trabalho soará mais cru, e menos eletrônico. Ele será gravado no Brasil, pela Sub Pop. Segue a tracklist.

01 Buenos Aires
02 Dallas 141
03 Give Up
04 Hit and Run
05 How I Became Paranoid
06 I Fly
07 Jager Yoga
08 Jamaican Flag
09 Left Behind
10 Move
11 Rat Is Dead
12 The Beautiful Song
13 You and Yourself
14 Believe & Achieve

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Xiu Xiu

Esquizofrênico, perturbado, barulhento, se estivesse definindo uma pessoa diria que é um depressivo bipolar. Assim começa-se a ter uma noção do som de Xiu Xiu (pronuncia-se choe-choe, nome tirado de um filme chinês) que tem diversas influências, entre elas o punk, noise rock (diga-se de passagem, MUITO noise), ambient noise (mais noise), e sua base eletrônica, as vezes chega a lembrar aqueles video-games super antigos, como em “Boy Soprano“, que o clipe se passa em um jogo.

Xiu Xiu

Atualmente formada por Caralee McElroy, multi-instrumentista, Ches Smith o percussionista, Devin Hoff no baixo e o único integrante que está desde o início da banda, Jamie Stewart que canta e compõe as letras sempre com um assunto polêmico, o pesadelo de muitos conservadores, como suicídio, AIDS, drogas, guerra e gravidez, como na música “You Are Pregnant, You Are Dead“.

A banda já conta com diversos álbuns e EPs lançados, em destaque os dois ultimos, em 2006 “The Air Force“, e 29 de Janeiro deste ano lançaram o “Woman as Lovers“, que continua tão barulhento quanto os outros, lê-se bom.

 
icon for podpress  Boy Soprano (clipe oficial): Play Now

 
icon for podpress  You Are Pregnant, You Are Dead: Play Now

 
icon for podpress  I Broke Up: Play Now

 
icon for podpress  Child At Arms: Play Now

Os álbuns citados estão disponíveis na comunidade da INMWT, neste link.

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Hummm… Lacrosse!!

Hummm, o Lacrosse… é uma banda tão legal gente! É tão animadinho, bonitinho, fofinho… As músicas parecem trilhas de fundo musical de lojas de doces, sabe? Percebi que não sou só eu que penso assim, a maioria das coisas que já foram publicadas sobre a banda sueca mais fofa da história também têm a mesma sensação!

A banda é formada por 5 caras e uma garotinha meiga, que além de cantar e dar aquela liga às canções, ainda de quebra toca triângulo!

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“From a basement in Stockholm, Lacrosse brings you love and happiness in songs so catchy that you can’t help singing along!
With a lot of energy, two intense lead vocalists, incredibly sweet guitar melodies and blazing drum beats, Lacrosse is the musical equivalent of endless summer nights when the world is young and beautiful and everything seems possible.”

Se você ficou curioso, e quer saber como soa toda essa doçura e sensibilidade, na página dos caras dentro do site do selo deles tem algumas músicas, e aqui em baixo a mais bonitinha de todas chamada “So Sad”:

 
icon for podpress  So Sad - Lacrosse: Play Now

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Paramore vive o começo do fim

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Com 4 anos de banda, 2 discos lançados, uma indicação ao Grammy, um começo “conturbado”, algumas mudanças de integrantes e uma frontwoman poderosa de 19 anos, a banda norte-americana Paramore começa a apresentar indícios de um fim bem próximo. Não querendo ser pessimista nem nada, mais quem vê a banda, que por sinal é bem apagada, e vê a vocalista, Hayley Williams, sabe que como”banda” de verdade a coisa não ia muito além. A banda meio que ficou bem conhecido no começo do ano passado, mas foi só em meados de 2007 que a mídia realmente abraçou a rebeldia dos garotos. Mas, então, por que raios a banda vive o começo do fim? Simples, toda banda quando quer dar aquela desabafada mas intensa corre pro seu blog oficial, e com o Paramore não foi diferente, ainda mais após cancelar uma turnê inteira pela europa. Agora, imagina pros fãs da banda quando leram o tal post no blog e receberam a notícia de que a grande turnê teria sido INTEIRA cancelada?

Agora, vai me falar que isso não tá cheirando a comecinho do fim??? Lógico que está, maaassss, como toda banda que esta acabando, mas esconde que esta acabando, hoje a bonita da banda resolveu se explicar e falar que não, não é o começo do tal fim, veja uma parte:

“Since we posted the last entry, we’ve gotten tons of phone calls and people posting things on websites saying that we are breaking up. i just want to make it clear, though, that by posting two nights ago we weren’t saying the band was over. we posted because we are going through hard times and we felt that because we have a really good support system in you guys, our fans, it would be better for us to just be honest about what’s going on - even though, it was a pretty vague explanation…”

Continua soando como fim de banda mal resolvido, daqui a pouco vêm as divergências musicais e as incompatibilidades de gênios e afins… É ou não é?

Pra quem ainda não conhece, e quer ouvir a banda antes que ela acabe, você vê aqui o último video deles chamado “Crushcrushcrush “, ou você também pode ouvir por aqui mesmo o hit, “Misery Business”:


 
icon for podpress  Misery Business - Paramore: Play Now

=)

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INMWT “Party” > Fevereiro é hoje

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Brits Awards 2008

Hoje, grande parte do povo tá comentando o Brits Awards 2008 que aconteceu ontem. Mais de 2 horas de premiação e shows renderam muitos babados; desde a declaração de amor embriagada da Amy Winehouse, no final de cantar “Love is a loosing game”, aos meninos do Klaxons dividindo “Umbrella” com Rihanna no palco, e até a incrível parceria formada por Mika e Beth Ditto do The Gossip, totalmente imprevisível apresentando “Love today Vs Standing in the way of control” e “Grace Kelly”, que pra mim pode ser considerado o ponto alto da premiação.

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Brit Awards 2008 winners


British live act: Take That
. Pasme, mas eles ganharam não só dos maiores ganhadores da noite, os Arctic monkeys, como também ganharam do Muse, do Kaiser Chiefes e do Klaxons!!! :O (Winner chosen by BBC Radio 2 listeners).
Critics’ Choice Award:
Adele.
British breakthrough act: Mika
. Ele bateu os Klaxons, Kate Nash, Leona Lewis vencedora do reality show the X Factor e Natasha Khan (Winner chosen by BBC Radio 1listeners).
International male solo artist: Kanye West
. Com o seu último albúm, super aclamado, ele conseguiu bater o Bruce Springstten, Michael Bublé, Timbaland e Rufus Wainwright.
British male solo artist:
Mark Ronson.
International female solo artist: Kylie Minogue.
International group: Foo Fighters.
British female solo artist: Kate Nash.
International album: Foo Fighters, “Echoes, Silence, Patience & Grace.”
British group: Arctic Monkeys.
British single: Take That, “Shine.” (Decided by live public phone-in.)
British album: Arctic Monkeys, “Favourite Worst Nightmare.” [Definitivamente um dos melhores mesmo!!!]
Outstanding contribution to music:
Paul McCartney.

A lista completa de indicados está no site que está lá em cima. Como deu pra ver nem todo mundo que a gente quer ganha! Agora, essa febre em cima do Take That, eu juro q eu não intendi :S

Cheerz =)

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