In New Music We Trust – Ano VI

Bom eu já tinha postado há algum tempo aqui sobre eles right? Porém quando eu fiz o post ainda não havia nenhum material da banda além do teaser, mas agora já tem!!
check it out!
Site oficial do video – The Age of understatement
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Pra quem acompanha o trabalho do Claudio, e pra quem não acompanha, volta e meia reforçamos o convite para tal ou lembramos a respeito. Saiu, há quase 10 dias, o epísódio 4 do Tanque, você já ouviu ou baixou? Se não, esse post está aqui pra lembrar você. Leia tudo por lá, mas pode ouvir por aqui também ;)

Nick Littlemore e Peter Mayes são os integrantes do projeto PNAU, duo australiano que faz músicas divertidas e felizes, fáceis de se deixar levar.
Lançaram o debut álbum “Sambanova” em 1999, pela Peking Duck label. O segundo se chamou “Again”, e saiu em 2003 pela Warner Music Australasia. No entanto, foi só com o terceiro álbum da dupla chamado “PNAU”, lançado no segundo semestre de 2007 pela Australasia, é que a banda realmente despertou a atencão do público e atraiu toda a “blogosfera” para os megahits powerpops/bubblegum do disco.
Sério, músicas como “Baby”, “Shock to my System” e “Come Together” demoram horas pra deixarem a minha cabeça em paz depois de escutá-las.
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E esse vídeo então? Super compatível com o estilo PNAU, que tem um morango de mascote. (kkk)
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=XKrRYUP107A[/youtube]
PNAU – “Baby”
A banda é bastante recente, começaram de verdade em 2005, os trabalhos anteriores dos meninos eram com eles mesmo, deu saudade e voltaram com tudo e com o nome Tokyo Police Club. A primeira aparição na TV só aconteceu ano passado no Late Night with David Letterman, em que tocaram “Nature of the Experiment“, música que se encontra no primeiro álbum.

Seu novo álbum, Elephant Shell, que tem data de lançamento para 22 de abril deste ano na América do Norte e 5 de maio para a Europa já se encontra disponível na internet, pois é hoje em dia é difícil controlar esse tipo de coisa, o que já está deixando a gravadora perturbada.
O novo trabalho veio muito mais consistente, percebe-se claramente a evolução dos garotos, em singles como “Your English Is Good” e “Tessellate“, se comparado ao “A Lesson in Crime” e o EP “Smith“, além de muitas outras que sinceramente, me prenderam durante a semana, o álbum é bastante viciante, vale a pena conferir, quem já gostava da banda vai se identificar com o novo.
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O álbum está disponível na comunidade da INMWT, aqui.

Mais um blog amigo fez retrospectiva 2007. Agora, foi o blog acima, que tu acessa direto por aqui e puxa a coletânea toda. Eu adianto o setlist, abaixo. Tá massa!
CD I
01 We Feel Safer at Night – Takka Takka
02 Chelsea Dagger – The Fratellis
03 Hotel Roosevelt – Augustana
04 505 – Arctic Monkeys
05 Ain’t Comin’ Home – Silvertide
06 Kiss Kiss – Yeah Yeah Yeahs
07 Forever Lost – The Magic Numbers
08 Time Awaits – The Kooks
09 The Hardest Button To Button – The White Stripes
10 Tears Dry On Their Own – Amy Winehouse
11 Wandering Kind – Laura Veirs
12 Showdown – Boy Kill boy
13 Because I Want You – Placebo
14 No Way – The Breeders
15 I Owe – The Living Things
16 In The Blink Of An Eye – The Perishers
17 The Okay Song – Orson
18 Black and White – The Upper Room
19 Evil and a Heathen – Franz Ferdinand
20 Arizona – Kings Of Leon
CD II
01 Crooked Teeth – Death Cab For Cutie
02 Cool Cody – Rose Hill Drives
03 New York Gold – Thunder Express
04 The Heinrich Maneuver – Interpol
05 Details Of The War – Clap Your Hand Say Yeah!
06 Learnt My Lesson Well – Kaiser Chief’s
07 Over My Head (Cable Car) – The Fray
08 Wucan – Black Mountain
09 Joker & The Thief – Wolfmother
10 Believe – The Bravery
11 Such Verve – Cut City
12 Missed The Boat – Modest Mouse
13 Can’t Get Along (Without You) – Hard-Fi
14 Wrestlers – Hot Chip
15 Store Bought Bones – The Raconteurs
16 Matador – Arctic Monkeys
17 Life’s a Bitch – Rock Kills Kid
18 Shut Your Eyes – Shout Of Louds
19 Ole Black ‘N’ Blue Eyes – The Fratellis
20 Ode to LRC – Band Of Horses

Maxwell e D.A Wallach formam o duo de sortudos Chester French, que após alguns anos “sofreeendo” na famosa universidade Harvard onde se conheceram e encontraram afinidades musicais as coisas começaram a fluír tempos depois, após terem sido um quinteto, um quarteto, um trio, produzirem um EP, “The Future Love” com apenas 300 doláres, ganharem uma batalha de bandas, e tocarem em diversos bares pelos USA, quando enfim, conseguiram o feito de terem sido “achados” por Kanye West, Pharrel e o seu grupo de produtores bombásticos N.E.R.D e Jermaine Dupri. Segundo Pharrel: “When I first heard Chester French, I felt like I had stumbled upon two geniuses.” Pois é, em fração de segundos os garotos estavam contratos pela Startrak/Interscope, selo pertencente ao autor da frase a cima, fazendo remixes para diversos artistas [remixes estes que vocês podem encontrar no myspace dos meninos, que além de apenas ouvir os fãs também podem opinar e escolher músicas de outros artistas, para que os meninos possam fazer o que eles chamam de "reconstruction" ou "Chesterize"].
A estréia dos meninos nos grandes palcos, ocoreu dia 11 desse mês no festival SXSW em Áustin nos USA, onde eles dividiram o palco com diversos artistas ínclusive o Vampire Weekend. A agenda dos rapazes está cheia até o fim desse mês, e o lançamento do primeiro álbúm “The Future Love” é aguardado para o final de abril. =)
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Experimental, esquisito, colorido, lindo e polêmico (em alguns sentidos), e extremamente talentoso sem dúvida, é o Patrick Wolf, que muitos conhecem há algum tempo, mas veja bem, apenas conhecem ainda não se apaixonaram, e levando em consideração alguns fatores envolvendo esse garotinho de 24 anos, há muitos, mas muitos motivos pra se apaixonar por ele, e tornar seu último álbum: “The Magic Position”, um dos seus cds preferidos de uns tempos pra cá ;)
Segundo ele, qual criança de 11, 12 anos nunca sonhou em ser um Pop Star? Ele por sua vez admite sim, ter sonhado e muito, diz ter trilhado um outro caminho, um caminho mais… experimental talvez, porém não deixou de correr atrás de seu sonho inicial, e recuperar o tempo de batalha e atingir tal posto com o lançamento do seu 3° trabalho: “The Magic Position” álbum que fez com que, quem ainda não conhecia o garoto, chegasse a conhecer. Quem acabou notando o músico de quebra foram as diversas listas de artistas pop que rolam por ai, premiações, buchichos, blogs, festivais e coisas assim, ou seja, o sonho de se tornar um pop star, estava sendo conduzido aos poucos. Situações e declarações envolvendo o músico, são fatores que despertam a curiosidade a respeito dele. Por exemplo, só fiquei sabendo da existência dele depois de saber da briga via internet entre ele e o Mika, briga essa que muita gente ouviu falar e se decepcionou com a atitude de Patrick. [atitude: após abrir um show de mika e até remixar algumas das faixas do cantor, Patrick chamou Mika na cara dura, de vendido, sem coração, cafona, metido e idiota como uma anta! ou algo bem póximo disso.]
O que também desperta uma certa curiosidade nas pessoas é ler ou até ouvir em alguns lugares que o David Bowie da nova geração vem de South London para o mundo e que independente do visual humm… arrojado, as semelhanças entre Wolf e Bowie vão além da parte externa da coisa, a paixão e a dedicação pela musica, contam na comparação. Bom, isso tudo desperta curiosidade, mais o que realmente chama atenção no moço é sem dúvida a sonoridade, pois ele não é apenas um cantor ou compositor, ele é um musico de verdade, que estudou e ainda estuda musica de verdade, que segue seus instíntos desde os 9 anos de idade, e que fugiu da escola aos 16 anos para seguir seu sonho; esse mesmo moço acredita que no mundo de hoje o amor é a linguagem mundial e que o que falta para um melhor convívio além do amor é a magia e a inocência em enxergar certas coisas. Enfim essas são algumas observações sobre este músico incrível, e com certeza devem ser levadas em consideração, para quem já conhece e pra quem ainda não conhece a oportunidade de se sentir de uma maneira diferente ao ouvir um artista tão único. e APAIXONANTE musicalmente falando; Vale muito a pena saber da história de vida dele, pois você passa a escutar sua música por um lado muito mais particular, fica a dica ;)
Official Web: www.patrickwolf.com/
Baixe aqui o álbum “The Magic Position” de 2007
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Hoje, tem evento de lançamento de uma nova calça da Adidas, que a está lançando em parceria com uma outra marca x (não lembro qual). Durante o Sábado todo, na loja Adidas do Barigui, rola coquetel, presença de gente famosa e eu, sim, eu Denis discotecando das 13 às 22hrs, representando a INMWT. Quem quiser conferir, está convidado, desde já, só passar lá.

Lembro-me de quando escrevi sobre o Mika. O nome dele apareceu-me por acaso, lá na comunidade do Orkut, sem eu antes tê-lo lido por aí. Mesmo porque aqui no Brasil ele ainda era recente, seu álbum estava para ser lançado na Europa, naquele mês – era Fevereiro do ano passado. Ao ler mais sobre ele, chamou-me atenção sua formação musical, era um tanto inusitada pro segmento e fui instigado por isso. Procurei saber mais a respeito dessa formação, enquanto o álbum dele já estava sendo puxado, via eMule.
Download completed e então encantei-me ao ouvir o resultado, mesmo ficando claro, já na primeira audição, que se tratava de alguém inteligente aplicando uma boa fórmula num segmento de pessoas carentes, que é a cultura pop. (Algo contra isso, Denis? Por favor, você, saiba que não entrarei nesse mérito, aqui. Entendamos a cultura pop pelo que sabemos comumente dela, sem avaliações mais profundas). O lance que pegava àquela altura – e que é objeto desse meu texto – era qual seria a repercussão desse hype aqui no Brasil. Perceba comigo.
O que fiz foi ouvir sem preconceitos o álbum e acabar por adorar todas as canções, sem receio de estar cedendo à técnica de atrair ou cultivar fiés, que a igreja do pop possui (sim, há gente que fala tanto contra o pop que deve acreditar tratar-se de uma instituição com fins religiosos). Hoje, visto o que se seguiu após o lançamento de Life In Cartoon Motion, desde a reação dos adoradores freaks dispensáveis até as investidas contra dos críticos severos de tudo que “dá certo” e “funciona”, está um sujeito que não é tão bom cantor quanto parecia ou esperávamos que fosse (ok, ele não alcança notas mais altas sem desafinar, tá certo. Mas também há um grau de expectativa, em relação às suas qualidades, que para cantores quaisquer de bandas que gostamos sequer cogita-se avaliar, pense nisso), mas que alicerça ainda mais o poder do pop no patamar do qual nunca saiu, a saber, o reflexo das necessidades humanas (temporais) de consumo, tendo em vista desde a experiência estética, cara aos críticos e artistas, até o mero entretenimento, barato à massa.
Mika está na fronteira, entre o que seria bom e com valor estético acima da média e o que é simplesmente “ok, bacana” de se consumir, seja por sua leveza, alegria ou pouca exigência de interpretação. Suas músicas podem ser frutos (apenas?) de boas fórmulas, suas letras serem, entre outras coisas, mensagens baratas de otimismo, ele pode não cantar tão bem quanto aqueles nos quais se espelha (ou se assemelha), porém nada disso importa frente ao encanto que ele desperta quando você termina de ouvir todo o álbum (e tomo por base aqui os números de venda do seu primeiro álbum e o culto, na Europa, ao seu trabalho e, claro, várias opiniões de pessoas próximas, durante esse tempo todo). Talvez porque o que ele tem de ruim não desperte o senso (crítico) comum. Mas, ao mesmo tempo, e talvez por isso, o que ele tem de ruim não impede que qualquer um goste de ouvi-lo. Permita-me um paralelo. Muitos dizem detestar Coldplay, por motivos parecidos com os que eu dei aqui a respeito do Mika (fórmula fácil, letras não tão boas, cantor má o meno), mas esses mesmos muitos não deixam de se emocionar, comover ou sentir algo movimentar suas sensações ao ouvirem uma daquelas canções que os caras produzem muito bem. Truque? Técnica de marketing? Estratégia estética? Perguntas erradas.
Há uma crítica musical (especializada ou não) que gosta de apontar o que não é bom e não faz bem aos ouvidos, muitas vezes não partindo de algum princípio e critério válido claro (estético, ideológio, cultural, político, ou whatever), “avisando” aos ouvintes sobre o truque que estão lhes aplicando, pois bem, é essa crítica que também precisa entender o porquê disso que ela nega e contesta despertar nas pessoas o que, hoje, uma obra de arte se esforçaria para alcançar, mesmo com um crítico por trás defendendo e explicando esta, entre parênteses detonando aquela. A ascensão do pop vem na mesma medida que a decadência crítica, porém essa avaliação só é verdadeira se o crítico se colocar do lado daquilo tido como culto e belo, contra o que representa um desvio de caminho para a bela arte, que seria o atalho do pop. Vestir o pop com essa roupagem acaba atuando como um desserviço à crítica musical, aí partidária de uma esquerda estética, manja como?
E eu só estou falando isso tudo (e como consumidor, pois não sou crítico, nem jornalista) por dois motivos. Um, porque tenho lido cada vez mais o quanto não possuímos uma crítica musical competente (e isso dito por jornalistas sobre jornalistas) e, dois, porque passou um ano, desde que o álbum do Mika chegou aqui, e notei que a velha oposição entre o pop e o “alternativo” (palavra triste, pois é vazia de significação, hoje) continua descaradamente falsa e é disseminada pelos que estão à margem, e que ficam à margem, muitas vezes (e isso explica muita coisa) porque não têm opção, se é que você me entende. Esses, ao contrário dos que se mantêm à margem por convicção, pra mim são os que acabam misturando as coisas, tecendo comparações obtusas e confundindo aqueles que eles querem atingir mais do que os elucidando. Não há oposição aqui, entre esses segmentos, e os rótulos (em detrimento dos gêneros, uma pena) estão batidos ao mesmo tempo em que proliferam sem sentido, bem como as crenças estéticas de pessoas que praticam a crítica em casa, na escola ou no trabalho, pois em sua maioria essas crenças são alimentadas pelo gosto pessoal, o que desvia o foco de uma análise compromissada e responsável, tendo como resultado um discurso vazio e desatualizado, afinal, o momento histórico no qual vivemos exige muito mais da crítica e o que tem faltado a ela é justamente o que o baluarte do pop possui, a inteligência.
Eu digo a nós críticos (especializados ou amadores) pra olharmos para o pop sem as lentes do alternativo, a pose do artista, ou qualquer meio que não justifique o fim. Pois não se chega ‘lá’ sem passar por ‘aqui’. A fortaleza do pop é grande e extensa, exploremos-na, pois as portas sempre estiveram abertas, nós sempre estivemos sob suas cercanias e a cultura ocidental nunca deixou de ser alimentada pelos seus ditames.
ps.: eu falo da crítica especializada quando cito o que ouço e leio dos jornalistas (não possuo conhecimento de campo), porém como esse texto é escrito por alguém que é um simples consumidor que emite opinião, deixo claro que ele pretende mais falar aos comuns a mim do que à crítica especializada. Pelo fato dos papéis muitas vezes se misturarem e a fronteira não ser clara, sinto-me à vontade pra falar em termos que se servir a ambas as “categorias”, melhor.
Trecho das discotecagens da 2ª Edição do ano de 2008. Mais uma vez, nossos agradecimentos ao Paulo Lampadinha, que deu o suporte técnico todo e realizou a captação junto.
Setlist
…Dragonette by Midnight Juggernauts, The Film, Bloc Party by Boys Noize, Muve VS. Klaxons by ElectroSound, The Whip, Rinocerose vs Rinocerose, The Hives, The Libertines, Sabonetes…
Próxima # 28 Mar
bar James
Cwb
Casiotone for the Painfully Alone é o projeto solo de Owen Ashworth, ele que já teve participações em bandas como The Rapture, The Dead Science e até mesmo com Xiu-Xiu (matéria na INMWT).
Começou como produtor em um teclado Casio de 97 depois de sair da escola de cinema, seus trabalhos até aí foram divulgados só para dentro do “novo milênio” em um álbum chamado “The First Two Albums by Casiotone for the Painfully Alone“.

Seu álbum mais recente é de 2006, chama-se “Etiquette“, nele encontram-se mais recursos de som, batidas e instrumentos para incrementar o som que tendia ao Lo-Fi, foi adicionado até mesmo um vocal feminino para contrastar, fazendo-me lembrar um pouco do som da banda Figurine. Mas em seu caso o vocal é semelhantes ao de bandas de indie pop, porém com um tom de melancolia. As composições são todas de sua autoria também.
http://www.cftpa.org/ no site official encontram-se faixas extras, remixes e letras. Comunidade INMWT, aqui encontra-se o álbum Etiquette.
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Hoje, eu vim dar uma dica rapidíssima na verdade… Pra quem curte bailar pencas e um bom som “anima festa”, aquele que faz todo mundo na balada gritar “aêêêê!!!”, TÊM que conhecer a dupla paulistana DATABASE. Formada pelos Djs e produtores Yuri Chix (ex- Mono 4) & Lucio Moraes,em meados de 2007, pode-se dizer que os meninos têm sido sensação nas dancefloors, não só de São Paulo como de outros estados também. A Set list dos caras contam com tracks incríveis e extremamente dançantes e remixes dos próprios, para faixas de artistas como The Kills, Bo$$ In Drama e New Rave Kids On the Block. O Barulho causado pela dupla foi tanto que chegou aos ouvidos dos amigos do conhecido blog BIGSTEREO, que elogiaram muitíssimo e até postaram algumas das tracks dos meninos e vocês podem ler aqui .
Quem curtiu, pode se informar pelo Myspace dos meninos e ouvir muitas das tracks por lá, ou ouvir por aqui mesmo =)
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