Copacabana Club [update]

Nas palavras da baterista Claudinha Bukowski:

Nesta terça-feira, dia 13 de maio vai rolar um show no JAMES (r. vicente machado 894), onde lançaremos as novas versões de “Just Do It” e “King Of The Night”, mixadas e por Rodrigo Stradiotto. Na seqüência, as novas mix estarão disponíveis para download no nosso MySpace, junto com as recém-chegadas mix de Chicago, feitas por Ruth Varella.”

Você pode ler sobre eles, aqui. Acompanhe ;)

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4 Comentários to “Copacabana Club [update]”


  1. 1 no imageVinicius Bortoli (Quem sou eu?)

    Meu, muito bom o som deles!

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  2. 2 no imageDenis (Quem sou eu?)

    De fato! Eles estão na mesma onda de uma galera hype, mas não se resumem na tentativa medíocre de se destacar.Até onde saquei, eles sabem fazer o lance e quando alguém sabe fazer a gente admira. Seja isso truque bem dado ou originalidade, meio que pega. Aí, tempos depois ficam os que têm valor. Vamos ver até onde eles chegam, deixando claros empre que a maioria das bandas novas sequer almejam sair do primeiro estágio.

    Por isso que o trampo de pesquisa do Claudio é foda, o cara tá indo atrás de quem tem valor independente da época. Hype ali é só pra fazer contraste (claro, fora umas tentativas obtusas, que têm seus valores mas são excessos do outro lado dessa história toda).

    Ah, falou! Nada como Adele, que canta como ninguém letras finíssimas, rs.

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  3. 3 no imagejoão pedro (Quem sou eu?)

    Antes de tudo, Denis, li a sua “crítica”, e respeito sua declarada imparcialidade, já que são antes de tudo, seus amigos.

    Não reconhecer que o som do Copacabana Club é bem feito seria uma grande injustiça. Dentro do que está ao alcance das bandas brasileiras, quando se refere aos estúdios, as verbas limitadas, não há como negar que cumpre bem o seu papel. O som é interessante, um tanto radio-friendly (afinal de contas, quem não quer esse tipo de reconhecimento?), os vocais não são excepcionais, tampouco fazem te sangrar os ouvidos. Desconsidero aqui criticar as letras só por belprazer, não faz sentido; cada um escreve o que bem entende. Se é bobo, tolo, fútil, com períodos que nada transmitem além da boa regência gramatical, ninguém tem a ver com isso; aos que querem excelência textual, que procure a boa literatura clássica. Ou então que se dedique a tentar entender aquelas bandas pretensiosas como - aos fãs, não se ofendam - bright eyes ou o quer que se proponha.

    Meu ponto aqui é não acreditar que o Copacabana Club mereça carregar o estandarte do original, inovador, über-hype-descolado porque quem bem entende do que rola na música atual, não compra. Nem digo que você tenha sugerido isso, sou mero leitor do blog e achei uma lacuna para escrever o que penso. É comercial em vários aspectos mas não genial. Ponto.

    A música king of the night diz “dance has got him / and he loves to dance / he knows how to move / HE KNOWS HOW TO BANG BANG, a mim demonstra nada mais nada menos do que o óbvio, o cliché, uma solução mastigada e a imbecilizada que só denuncia uma melhor idéia para concluir o período (?)

    Já fizeram isso antes. Todo mundo sabe. Não choca ninguém.

    Se é bom? Fato que é. Só espero que não levantem a bandeira da revolução darwiniana. Às vezes falta honestidade aos críticos e até às atitudes, ao comportamento e postura das próprias bandas. No caso do Copacabana Club, pode-se dizer que como banda, honesto o é. Contudo, não me arrisco a dizer inovador. Nem um pouco.

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  4. 4 no imageDenis (Quem sou eu?)

    Antes de tudo, me diga, não quer publicar esse seu comentário como um post? Eu adoraria que esse blog proporcionasse textos e replies, rs. Que abrisse uma porta ao diálogo entre diferentes colaboradores, incluindo aí os leitores que quiserem manifestar melhor sua opinião sobre algo ou contestar alguma publicada aqui. Se tiver interesse, me avisa, seria bem bacana!

    No mais, estamos de acordo, João, não é? A diferença é que eu me disponho a ver até onde eles vão e você diz até onde chegaram. E que bom que entendeu meu texto, pois eu expresso nele apenas o contentamento em receber o material de uma nova banda nacional que se destaca das que eu conheço que estão tentando agarrar o hype sem sequer se esforçarem mais ou, pior, terem competência. Eis meu ponto, a competência, o esforço, não o original ou o hype.

    Agora, se o Copacabana sairá disso para uma melhor, sei lá, acredito no tempo e mais tarde, na história. Eu concluí que eles se destacam, em relação ao que eu tenho visto das coisas feitas por aqui, e que gostei. Ponto.

    “Bom”, no sentido de original, nem cheguei perto de falar, mesmo porque além de cedo também não é fato, não há originalidade (mesmo porque essa é muito cara, não exijo isso das novas bandas, rs). E, claro, eu sei de coisas internas, são amigos etc. Sei que têm potencial e estão articulando boas possibilidades de evoluir. Se irão? Não sei. Eu estou atento e tenho convidado as pessoas a ficarem atentas comigo também, pra gente comprovar juntos ;)

    De qualquer modo, opiniões assim me fazem ficar contente com o blog. Aqui as pessoas visitam muito, mas comentam bem pouco. E, claro, se é pra comentar por comentar, melhor ficar quieto. E, quando surge um comentário mais elaborado, expondo um ponto de vista, contestando, argumentando, pra mim isso é sensacional, rs. Fico bem contente. Vlw!

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