
Vocês estão ligados, que eu sei, pois quando eu escrevi sobre a Adele e sobre a Duffy, eu me referi ao termo “new amys” (ou à comparação inevitável), o qual já era antigo, rs. Ele foi apresentado no The Times de 30 de Dezembro do ano passado. Depois, propagou-se (The Guardian, 27 de Janeiro; The Independent, 5 de Fevereiro) e tem servido quase de gênero a essa nova onda, trazida por Amy Winehouse e a atualização da sonoridade “motown”. Enfim, detesto as comparações e ondas (se só ficarem nelas mesmas), mas parece que estou sempre investigando-as e sem sair de dentro delas.
Porém, desta vez não vou tematizar, apenas quero dizer aqui que a coisa está ficando séria. Com a Amy aparecendo mais nos noticiários policiais que musicais, decaindo pelos palcos afora (viram o show dela no RIR? Triste!), o espaço para as novas musas vai se abrindo e elas vêm chegando, “o momento é esse”, devem pensar.
E dále gravadoras, produtores, críticos, e até fãs, todo mundo atrás delas. Com vocês, mais uma pretendente, agora vindo de outro continente… Gabriella Cilmi.
ps.: mais sobre ela, depois que eu conseguir ouvir o álbum todo ;)
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O álbum dela está pra download lá na comunidade…