Archive for Julho, 2008

Bon Iver (por Guga Azevedo, em NY)

Bon Iver

Nosso querido colega Guga Azevedo, que você já deve conhecer por aqui mesmo na inmwt, está em NY curtindo uns showzinhos básicos (rumo ao Lollapalooza) e mandando notícias a respeito. Abaixo, eu colo o primeiro post dele no Mixtype, e nós aguardamos mais depoimentos como esse. Com vocês, Bon Iver por Guga Azevedo (live):

Ontem rolou o show do Bon Iver no Bowery Ballroom (NYC)… Ele consegue ir de Coldplay a Sigur Ros com um toque…. vai aos extremos com levadas tranquilas e bonitinhas que se transformam em paredoes de distorçao e caos…. funciona muito bem ao vivo, melhor do que eu esperava e exatamente no clima que paira por todo o Brooklyn neste verao…. pelo menos aqui os anos 80 acabaram ano passado (em partes, né) e o que rola pelas ruas de Williamsburg mais parece uma celebraçao hippie pós-moderna…. sim, estranho pacas mas a primeira impressao é essa (dá um desconto, vai… cheguei domingo por aqui!)

voltando ao Bon Iver…. o show inteiro foi com as composiçoes de seu primeiro disco “For Emma, Forever Ago”… Justin Vernon é o grande cabeça da historia e ate brincou com isso dizendo ” temos que tocar todas as musicas do disco… nada de novo… desculpa ai gente, ser headliner sem ter muito repertorio dá nisso..”

segue um trecho que eu peguei da faixa “Skinny Love”… logo no começo do show e mesmo sendo o grande sucesso deles, foi a mais “mais ou menos” da noite….

fofa a menina que antecipou o refrao…. mas o silencio era tao grande que dava para ouvir o som do ar-condicionado…

***

hoje rola Duke Spirit e Supergrass em Webster Hall…. e o destino de amanha é Chicago… que venha o Lollapalooza!!!

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Novo vídeo da Yelle

Tá aí, pra quem gosta da francesinha Yelle, amanhã (01.08) estréia mais um de seus divertidos videoclipes, exclusivamente no gossip blog Perez Hilton. Pra quem é fã vale a pena se jogar no site, a expectativa pro video no myspace da mocinha são muitas!

fica aí a dica ok?

muah ;*

 
icon for podpress  Yelle - Ce jeu: Play Now

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Mas quem são? Walter Meego

Walter Meego

Na segunda, foi publicado aqui uma entrevista que o Marcus Vinícius Brasil (novo colaborador e autor do blog parceiro Soundscoop) fez com o Walter Meego. Pois bem, choveram cartas aqui na redação perguntando mas que diabos era Walter Meego. Po, gente, em Maio e em Junho o Marcus falou desses caras de Chicago, lá no blog dele, rs. Não leu? Então acessa clicando nos links e caindo lá.

 
icon for podpress  Walter Meego - Voyager (Mai/08) - 01 - Forever: Play Now

No mais, estou aproveitando a oportunidade pra postar o clipe da música “Wanna be a star” e pra avisar que se você vai na confiança direto, então é só clicar aqui no linkzinho e puxar o álbum lançado agora no final de Maio, intitulado “Voyager“. Se está na dúvida, dar play em “Forever“, ali em cima, pode lhe incitar a.

Depois agradece pro Marcus a dica, ok? ;)

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Our Gang

Ourgang

Eles fizeram um show apenas, no ano passado, quando o Diplo desembarcou em Curitiba, trazendo junto o The Twelves e os dj’s da festa santista Popscene. Meses  depois, Our Gang agora dá o ar da graça com as tracks finalizadas, mas que serão lançadas aos poucos, via sua FM, pelo myspace da banda.

Portanto, dá play aí nessa track que possui duas faixas, puxa, adiciona eles lá e vai colecionando. Depois, diz aí o que você achou, pode ser? Ou melhor, diz lá mandando seu feedback pros caras ;) Em breve, mais news a respeito…

 
icon for podpress  Our Gang - Soundbeat (2 tracks): Play Now

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The Faint, Santogold, Diplo, Friendly Fires, Burial…

Down

Praticamente um novo mês, então que as novidades caiam da rede em nossos hd’s, certo? Eu estava à procura do Friendly Fires, álbum que sai em setembro e que, até onde saquei, ainda não vazou. No percurso, descobri que o novo do Faint já está por aí, a junção Santogold + Diplo também (senha: nodata.tv). E, de quebra, aproveitei pegar o primeiro do Burial (senha: nodata.tv).

Compartilho com vocês esses caminhos, enquanto por aqui alguém ainda vai falar dos Friendly, como nos foi recomendado (e a Lais avisou que ela comentou no ano passado, mas ninguém mais deu maior atenção). Se alguém quiser falar desses aí de cima, à vontade.

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Entrevista: Walter Meego

Walter Meego

Não é segredo que, nos últimos tempos, o Walter Meego é um dos prediletos desta casa. Aproveitando a disposição dos caras, fiz uma pequena entrevista com eles. Logo depois, o vídeo de “Forever“.

Como a banda começou?

A colaboração entre mim e Colin, que depois se tornaria o Walter Meego, começou na primavera de 2003. Nós costumávamos ir ao colégio juntos e, enquanto estávamos lá, fazíamos algumas brincadeiras com um seqüenciador e uma bateria eletrônica. Eu estava em outras bandas na época e Colin também não levava a colaboração a sério. Era só por diversão.

Depois do colégio, as bandas em que eu estava se desmancharam. Então eu ficava fazendo músicas sozinho. Lancei alguns álbuns em fita cassete sob o pseudônimo “Walter Meego”. Ao mesmo tempo, Colin estava trabalhando com nosso outro amigo, Pat, tocando em seu porão.

Eu me juntei aos dois e começamos a tocar juntos. Arrumei algumas apresentações para a gente, então precisávamos de um nome. Ficamos com “Walter Meego” porque eu já estava trabalhando com ele. Nosso primeiro show foi em janeiro de 2004.

De onde vem o nome Walter Meego?

É um alter ego que arrumei para mim. Pensei nele pela primeira vez quando eu e Colin estávamos reunindo algumas idéias na escola. Eu disse que meu pseudônimo seria Walter Meego e então, só por brincadeira, Colin me chama de Walter.

Qual a ligação entre sua música e Lewis Carroll?

Não há nenhuma ligação direta ou algo assim. Mas eu sou um grande fã de Carroll. As idéias dele me inspiraram de certa forma. “Through a Keyhole” vem um pouco de Alice no País das Maravilhas. Vai além disso, mas a idéia principal veio do livro. Eu gosto muito do seu jeito lúdico, o humor embrulhado dentro de algo mais sério.

Diga algumas bandas que te influenciaram.

Amo os Beatles, Fleetwood Mac, Nirvana… costumava ouvir muito Radiohead. Amo os anos 60, 70, 80… É muita coisa.

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New russian underground: Yogo! Yogo!

Lembra que, posts atrás, o Lula Bastos indicou aqui a banda russa Yogo! Yogo!? Pois bem, eu não dei muita bola pra essa onda new rave (a parte das cores, diversão, tosquice e sua repercussão/manifestação oportunista aqui no Brasil), mas ela me serviu bastante como… constatação, digamos assim.

Bom, o post aqui não é pra falar desse assunto que me dá preguiça, é apenas pra eu colar um video  (de domingo, algo susse, pois ainda estamos descansando de sexta) que vai te mostrar o quanto a onda new rave atingiu até a Russia (e nesse “até” há uma ironia, se você pensar bem).

Que que tem? Nada demais (principalmente o conteúdo do video), mas como se trata de um país bem distante, com uma cultura tão diferente, é bacana ver como a coisa repercutiu por lá. Se diferente ou igual, vai render ao menos uma reflexão ligeira sobre esse lado da música. E, depois, uma preguiça.

Ou não, afinal, tem gente que até hoje ainda tenta propagar a onda que durou algumas semanas nesse mundinho todo. Mas o ruim não é quem gosta dessas bandas ou quem curte essa onda, isso não tem problema algum, o triste (vergonha alheia) é ver essa galera montando bandas tentando fazer música.

Se ainda é recente demais pra se ligar, daqui alguns anos de distância serão somente a piada dos 00’s, não tenha dúvida.

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Friendly Fires para o seu sábado :)

Ontem, na inmwt “party”, me avisaram que  a gente ainda não comentou  Friendly Fires aqui. De fato, estamos em dívida :) Logo rola post a respeito. Por enquanto veja e ouça “Paris“, enquanto a gente se recupera da noite de ontem (que festa!!!), já lhe desejando um ótimo final de semana!

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CSS e o caso Donkey

CSS - Donkey

Eu tenho acompanhado algumas repercussões em relação ao 2o. álbum, “Donkey“, da banda (hoje “do mundo”), CSS. E gostaria de emitir a minha opinião, por motivos que esclareço lá no final do texto.

Nunca fui fã, daqueles de acompanhar desde o começo, pirar com o primeiro álbum, dançar desesperadamente na pista, etc. Apenas fui ouvindo tanto quanto qualquer outra banda que vou dando atenção, sem pôr nem tirar preconceito algum, rs. O que os diferenciava, para mim, e aos poucos foi-me despertando maior atenção e consideração, era 1) o fato de serem brasileiros e isso não há como mudar, nem que soem diferente, nem que desprezem a gente, e 2) estarem fazendo um som original em alguns sentidos importantes: por serem brasileiros e para inglês ouvir. Isso resume minha relação com a banda, até aqui!

Agora, eles lançaram o segundo álbum, “Donkey“. Ok, vamos ouví-lo. É um bom álbum, bem produzido, canções bacanas, alguns hits necessários, um hitzão certo. Está sim mais rock, e, segundo eles, mais por retirarem o electro, do que por acrescentarem aquele primeiro item. E, no geral, parece que estamos nos anos 90. Diagnóstico esse que soa (e é) ruim por significar retrocesso. Mas, entenda, não sou dos que só procuram originalidade e vanguarda em toda produção artística, nem sou dos que acham que vanguarda e originalidade significa fazer “algo diferente”. Afinal, defendo meu direito de ouvir e gostar de tudo, sem antes ter de passar pelo crivo  histórico ou estético. Porém, entendo que repetir o que já foi feito ou empregar uma fórmula já desgastada significa, no mínimo, “empacar”, você não? E, tem outra, a banda  faz a  opção que ela quiser, assim como eu gosto do que estiver a fim, ninguém vai dizer a um ou a outro o que e como. Porém, seja eu ou seja a banda, ambos optamos e sofremos consequências. Nenhum de nós está isento disso, independente de nossas opções serem relevantes só pra mim ou pra você ou pra uma legião de fãs ou a história da música.

Com a opção de “retornarem” ao rock e aprimorarem a técnica, com a brecha para soarem 90’s e a mudança de direção seja qual tenha sido o plano, transformaram o fantasma do 2o. álbum um fenômeno real, transfigurado em resenhas, reviews, opiniões, etc afora. Tudo bem? É claro que não, caramba. A crítica toda, boa ou ruim, te detonando… Isso é bom? Ainda mais para uma banda que experimentou estar na crista e ser destaque também pela música, não somente pela irreverência ou pelo inusitado. E ainda mais para uma banda que não se estabeleceu, que depende de cada passo dado para se firmar. E, ainda por cima, sendo (olha o karma, rs) uma banda brasileira.

O que eu acho de tudo isso é resumível no seguinte: a opção deles para esse segundo trabalho pode ter sido sincera, mas não foi a melhor, está claro (e eu direi em que sentido). Afinal, a partir do momento em que você se iguala a muitos outros, a consequência lógica é que acaba perdendo aquilo que o diferenciava, certo? Com isso, se torna tanto faz. E, nesse segundo álbum, a banda está tecnicamente melhor, o trabalho foi bem feito, as músicas são todas bacanas, rola ouvir o álbum inteiro sem se incomodar e sem pular alguma faixa chata. Porém, dá pra colocar nesse playslist mais uns 10 álbuns, recentes ou não, e deixá-los tocar direto sem intervalo, em qualquer tipo de reunião ou momento em que o que está tocando é mais para ambientar e não para chamar a atenção por ser bom (legal) ou por ser ruim (chato). E pronto!

Eu acho isso muito ruim e considero que eles empacaram. Que não têm o mesmo valor e que não merecem mais a atenção que um dia tiveram. Mas não acho que merecem o desprezo, pois é aquela história, se um dia inspiraram alguma boa crítica ou julgamento, isso quer dizer que ainda os podem. Afinal, não cairam lá de pára-quedas, eles ralaram e tiveram talento para tal. Se não acabou a dose de esforço e de talento, podem retornar, há tempo, ainda que hoje as coisas sejam rápidas demais. E também acho justo que sofram as críticas que vêm sofrendo, como achei justo um dia que repercutissem tanto.

No geral, há aquelas bandas nas quais ficamos de olho apenas para colher dados, não porque acreditamos nelas ou em alguma originalidade. No máximo, damos atenção porque o som é legalzinho e nem tudo do que gostamos tem de ser original. Eis o CSS, hoje. Por mim, tudo bem. Afinal, se você ler os meus posts anteriores, notará que tenho muito mais com que me preocupar e dedicar atenção, notará que tem gente hoje na ponta que, muito possivelmente, não terá apenas talento e esforço somados, mas também visão e, para outros bem poucos, aquele senso de direção que aponta para frente, não para trás nem para o lado.

Eu não gostaria de fazer coro às críticas sérias ou às opiniões generalizadas, todos quase unânimes em seus juízos, fazendo parecer que o CSS fez um álbum ruim. Pois entrar pro coro, ainda que ele diga algo bem relevante, é fazer ecoar demais só esse julgamento. Não é só isso que rolou, a banda não fez um trabalho ruim ou desprezível (e por aí vão algumas críticas mais severas). E é para não fazer parte desse coro que eu emiti minha opinião aqui.

*fazêr côver das Breeders e lançar como lado b do single “left behind” é ironia do destino, certo?

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Julho é hoje ;)

Que tal descontrair um pouco, hoje à noite, com a gente? O convite está feito. Só chegue cedo… :)

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“Feed for animals”, Girl Talk (Mashup videos) [10-14]

Lembra que foi comentado aqui que o “Feed for animals”, do Girl Talk, estava virando faixa a faixa um videoclipão? Pois então, naquele dia foi postado o 2o. e agora aqui você tem o mais recente, o 10o., com a música “In step“.

Acesse os outros na página do sujeito que está mandando ver, aqui. Mais embaixo, saca todos os samples que o Gregg Gillis (Girl Talk) usou só nessa música (todos os samples aqui):


0:00 Roy Orbison You Got It
0:00 Drama “Left, Right”
0:45 Jermaine Stewart We Don’t Have To Take Our Clothes Off
0:47 Salt-N-Pepa Push It
0:57 Deee-Lite Groove Is in the Heart“(which samples “Get Up” by Vernon Burch)
1:00 Nirvana Lithium
1:13 Nirvana Smells Like Teen Spirit
1:38 The Gap Band You Dropped a Bomb on Me
1:44 Michael Jackson P.Y.T. (Pretty Young Thing)
1:45 Fergie featuring Ludacris Glamorous
1:45 Earth, Wind, & Fire September
1:53 INXS Need You Tonight
2:46 Kraftwerk Tour de France
2:51 Prince U Got the Look
2:53 P Diddy featuring Keyshia Cole Last Night
2:53 The Beach Boys God Only Knows
3:16 Snoop Dogg Sexual Eruption
3:21 Bizarre Inc. I’m Gonna Get You
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“Cannonball”, por CSS + “Left behind”, remix por Midnight Juggernauts

Css

Você já ouviu o côver de “Cannonball“, das Breeders, que o CSS lançou como lado B de “Left behind“? No mais, essa história toda do 2o. álbum deles e as críticas generalizadas rende. No mínimo, uma boa aula de jornalismo (uma optativa de sábado, vai).

Em tempo, você chegou a ouvir ou a gente já comentou e deixou aqui o remix que os Midnight Juggernauts fez para a “Left behind“? Se não dá play ou puxa de vez.

 
icon for podpress  CSS - Cannonball (The Breeders): Play Now

 
icon for podpress  CSS - Left behind (Midnight Juggernauts remix): Play Now

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Nickel Eye por: Nikolai Fraiture

Nikolai Fraiture, baixista do Strokes, esta de projeto paralelo novo; aliado ao companheiro de banda Albert Hammond Jr e sob o nome de Nickel Eye o projeto parece ser algo grande que reune diversas participações como de Regina Spektor, Nick Zinner guitarrista do Yeah Yeah Yeahs, mais uma série de músicos de outras bandas, e tudo isso son o comando de Mark Ronson, que vire e mexe desde o dia 6 de junho vem soltando algumas previewa das tracks dos caras no site de sua radio, Eastvillageradio.com.

Mais infos sobre eles podem ser encontrada por enquanto apendas no breve myspace dos caras. Note bem agora em duas das tracks do Nickel Eye, marcas registradas do padrinho da nova geração, Mark ronson ;)

 
icon for podpress  Nickel Eye - Dying Star: Play Now

 
icon for podpress  Nickel Eye - Brandy of the Damned: Play Now

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Santogold + M.I.A. & Karen O’s new band (?)

Santogold + MIA

As duas se juntaram ao duo Radioclit (Johan Karlberg and Etienne Tron) e todos produziram a faixa “Get it up“, assim só de brincadeira. Pode ser? Pode, lá no player do myspace dele, a primeira faixa. Sente só o clima ;)

Karen O and Native Korean BandE a moça aí do lado, será que pode brincar de montar um  projeto paralelo, intitulado Native Korean Rock pra fazer um showcase só pra chegados ali no Brooklyn? Claro que pode, então canta suas canções de amor, Karen.

I felt really nostalgic about playing love songs in New York in the summer because it’s pretty much what I did before Yeah Yeah Yeahs. It’s just what I felt like doing right now so I don’t think there will be any more shows like this. The main thing I’m concentrating on is the new Yeah Yeah Yeahs record, which we’ve been working on for a while and it’s nearly done. It should be out by early next year.

Karen O pra NME.

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