Como o mundo inteiro está postando o álbum, eu vou aqui apenas indicar um dos caminhos. Nosso parceiro vizinho PopMata, personificado por Iberê Borges :), deu a letra lá no seu espaço e ainda disponibilizou uma galera de links pra você, via comentário. Então, já sabe, dá um pulo lá agora e seja feliz. Sente:
“O álbum é mais uma grande prova de que ainda se pode produzir música pop de qualidade e manter a inteligência. São diversas camadas que compõem as canções mais agitadas e intensas, até as mais lentas e com climas mais intimistas. É um som arriscado? Sem dúvida. Não é de fácil compreensão.“
Se eu não colei o álbum do Datarock, este aqui do Thunderheist faço questão, pois acho que será menos espalhado por aí, então vou dar minha contribuição pra dupla canadense. Confesso que nem deu tempo de ouvir ainda, mas como gosto do eletrônico com essa pegada mais forte e do hip hop misturado às batidas, além do fato de que “Jerk it” é interessante (olha aqui), então que venha o álbum. Se ainda não conhece a dupla, visita o myspace ou veja o clipe. Ao menos, será ‘interessante’. Bote fé!
Tracklist
1. Sweet 16
2. Nothing 2 Step 2
3. Jerk it
4. LBG (Little Booty Girl)
5. Bubblegum
6. Slow roll
7. Space Cowboy
8. The party after
9. Freddie
10. Do The Right Thing
11. Red Whine
12. Cruise low
13. Anthem
Hoje é véspera de feriado. E, hoje, temos a sempre ótima James Sessions. Agora, some isso:
“Dupla novíssima da cena curitibana que tem seus flertes com o folk, mas não esquece a displicência juvenil. Inocente e maduro ao mesmo tempo. Um projeto que começou virtual e rodou o mundo antes mesmo de acontecer o primeiro show. Graças ao Last.fm, a banda reúne fãs e admiradores na França, Polônia e Alemanha. Suas músicas até já tocaram em rádios polonesas.” (Mais aqui)
A isso
“A dupla mantém o clima dos sintetizadores na noite, mas sob uma nova perspectiva, e optou pelo uso do violão no lugar da guitarra para acompanhar as batidas. Como se fosse um “eletrônico acústico” com letras sinceras e postura mais tímida. Surgiu ano passado e entrou no caminho inverso utilizado por boa parte das bandas independentes de hoje; primeiro gravaram algumas músicas e criaram uma página no myspace, e ai foram encarar os palcos.” (Mais aqui)
E chega junto, hoje à noite, que o evento promete, né não? Se duvida, então sente o gostinho, através do video da edição de fevereiro, em que os Delta Cockers se apresentaram, ao lado do Je Rêve de Toi:
R$8. Rua Vicente Machado, 894. Bar James promoção: pague meia enviando uma mensagem para maamuteproducoes@gmail.com mais promoção: double chopp até 24hrs o/
Nossa faixa do dia, mesmo porque hoje eles se apresentam, novamente, na James Sessions do bar James. Eu sei que você, daqui de Curitiba, foi naquela quinta em que eles tocaram ao lado dos Yoko 5. Pra mim, Rosie and Me deveriam ter sido o main event (ou único ‘event’) daquela noite, mas era apenas o segundo show da vida deles, se não me engano. Que seja, o importante é que a trajetória está bacana e as canções, até aqui, encantam. Trago “Folk song”, mas você já ouviu “Old folks“, aqui, certo? (De quebra, saiba mais sobre eles). Até logo, à noite:
Eles não são japoneses e ao menos oficialmente não há nenhum relato oficial de que sejam andróides. Mais uma boa novidade da cena lo-fi ruidosa, os Japandroids vem se somar a No Age e Crystal Antlers com o lançamento do seu debut e um apoio grande da Pitchfork
Com uma velocidade sonora incrível, Post-Nothing vem trazer um tempero canadense à essa nova onda. Se alguém mais notar uma influência de Arcade Fire aqui e ali, me diz que não to viajando sozinho.
A sensação ao ouvir o álbum de uma só vez é de ter sido atropelado por uma locomotiva de 8 vagões. Difícil destacar dentre as 8, uma canção realmente chave para o álbum, mas é ainda mais difícil apontar uma que soe obsoleta ou desnecessária. Coeso e completo, Post-Nothing é um daqueles trabalhos que mostra a relevância de se ter um álbum ao invés de apenas singles. Não que seja um álbum conceitual ou temático, mas as canções se completam de uma forma consistente, quase seqüencial.
Ainda assim, não dá pra levar completamente a sério uma banda chamada Japandroids, certo? Tendo isso em mente, despretensiosamente eles se posicionam como uma das boas novidades desse ano.
Funciona assim: ouviu o primeiro, curtiu também o segundo. Se não aquele, então nem este. Mas, para os adoradores do Jazz, vai fácil. Quem prefere um agito, pula. De resto, tudo o que eu já falei sobre elaaqui continua valendo, certo? Dia desses colei uma faixa do primeiro álbum (ouviu?) e ali mesmo o Zé me lembrou que o segundo já podia ser postado. Então, dá-lhe.
Tracklist
1. Baby Im a fool
2. If the stars were mine
3. Who will comfort me
4. Your heart is as black as night
5. Lover undercover
6. Our love is easy
7. Les etoiles
8. The rain
9. My one and only thrill
10. Deep within the corners of my mind
11. Over the rainbow
12. If the stars were mine (orchestral version)
Vocês já estão ligados nessa banda, que eu sei. Agora, ouve essa que é tipo o hit deles e, gostando, manda ver nas outras. Esta faixa é a primeira do EP, que recebi em mãos (viu bandas?, tem gente que ainda faz a correria na noite divulgando o próprio trampo. Não, não recebi no dia da Jamos Session com eles). O EP tem uma capa bacana, vê lá no myspace. Sobre o show, deixa eu dizer: foda. Agora, ouve:
Antes de ontem, eu colei aqui aquele video promo chulé, deles cantando esse single. Agora, você pode ouvir em alto e bom som. Fiquei de cara! Ainda mais se eu lembro que essa banda aí, essa mesma desses três aí, anos atrás era taxada de riot e neguinho não dava bola pois era muito cru e igual às outras todas do “gênero”. Enfim.
Neguinho pode agora curtir desesperadamente, mesmo que tenha calado a voz da ignorância a respeito do talento do trio aí (que até mudou o próprio som pra cair nas graças do público, mas antes não era tipo ruim pacas, agora bom foda, saca?). Eu queria dizer uma outra coisa, mas esqueci (que bom, assim não lhe inportuno com baboseira). Ouve:
ps.: ah, lembrei agora. A dica de onde estava a faixa foi dada pelo Xanão, comparsa londrinense. A gente pode não entender um centavo do que esse site diz, mas tá escrito The Gossip – Heavy cross ali ó.
E esse cara, cadê? Em Junho, tivemos aqui uma contribuição do Carlinhos, que apresentou o som do mexicano e ajudou a disseminar o ótimo EP Homeless Hero por aí. Ok. Mas, e agora? Pois o EP é bem bom, mas não há nada apontando pra alguma outra novidade do cara. Bom, se você está órfão aí e sentindo falta, aqui vai “Make it over“, a mais calminha, pra você recordar e/ou conhecer:
Como assim ninguém me avisa? Na falta de mais dos caras, fui hoje atrás pra saber qual estavam fazendo, se o novo álbum estaria a caminho, etc. Aí…
No finalzinho do mês passado, os caras (show que sou doido pra ver, umas das bandas em que eu mais piro) soltaram essa faixa aí, “Back round“, a qual estará no segundo álbum da banda. Sobre este, sente: “In early April, they will record the remainder of the album in L.A. with acclaimed producer Alan Moulder (My Bloody Valentine, Smashing Pumpkins, Nine Inch Nails). “It’s full steam ahead with a view to get a record out for the fourth quarter,” Wolfmother’s manager John Watson tells Billboard.biz.” Leia tudo, aqui. Agora, ouve:
O que os caras disseram sobre essa faixa? “Respect to the kind folk who lent their expertise to the realisation of this song“. Mas isso é só o final, leia tudo aqui ó. Massa, hem! Expectativa forte aqui (e bem que poderiam vir pra cá, né? Ficam trazendo bandinhas chulé, enquanto esses caras iriam destruir tudo, rs). Dále!
A Lais já tinha deixado as diretivas do novo do Bat for Lashesaqui.
Recentemente, em um programa da BBC Radio 1 de Londres Natasha Khan executou de forma intimista essa bela música do Kings of Leon que você confere abaixo:
No começo de março, eu iniciei a nossa Mixtape/09 com uma faixa dessa banda. Hoje, li lá no POTQ.cl que o álbum está pra sair e rola ouvir duas faixas dele, que não estão no myspace deles. Pra você já ir sentindo a pegada do que virá, dia 6/Julho, como informa a banda, em seu blog: “our new album will be called ‘i had the blues but i shook them loose‘ and should be out July 6th“. Como se pode notar, a gente, assim como nuestros hermanos chilenos, estamos todos aguardando esse debut, não é não?
As duas faixas inéditas você ouve aqui (também lê o tracklist do álbum), já “Evening/Morning” eu colei aqui ó. Some aí o clipe de “Always like this“, lançada esse mês, e agora é só ficar na expectativa.
Tá ligado nesse cara aí, né? Dispensa apresentação. E esse duo – ele ao lado da Violet Clark – é, pra dizer o mínimo e tentando não ser só tendencioso, bem bacana. Ouça e aprecie, pois o álbum foi lançado meses atrás e você está perdendo tempo, sério. Uma provinha de leve disso é essa faixa, sente:
Não há muito o que falar sobre o jj. Até por que pouco foi divulgado. Não há registro de quem é (ou quem são). Há apenas duas excelentes músicas e um potencial fantástico. A faixa 01 do único EP lançado você confere abaixo:
O projeto INMWT é um blog (desde 2005) e uma festa (toda 4a. sexta do mês, no bar James, em Curitiba) voltados à música dos 00's em diante. Acompanhe-nos. Se quiser falar com a gente: contato@
innewmusicwetrust.com.br ;)
Obs.: não fazemos parcerias comerciais de nenhum tipo, muito menos participamos de "ações" de marketing que fingem ser de música pra vender grandes marcas ou parecermos descolados.
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