Essa semana, ouvi que eles estavam no top das paradas britânicas e eu lembrei que havia me esquecido desses caras. Sempre gostei deles :) O álbum saiu agora em Maio e essa faixa é a décima.
[Álbum] Quicken The Heart
Claro que falar que o álbum saiu não é legal, legal é dizer que ele se encontra aqui e quem espalhou ele, lá em Abril, foi o Pop Mata.
O que acontece se tu junta o hip hop dos irmãos americanos Malice e Pusha T, Clipse, com o electro do francês Yuksek? Mais especificamente, a primeira faixa, “Break ya“, do “Away From The Sea” (debut do francês, esse ano), com o single, “kinda like a dig deal” (com Kanye West), do terceiro álbum da dupla, “Till The Casket Drops” (com participações especialíssimas), que sai no final desse ano. Acontece isso:
Não preciso mais apresentar esse sujeito, nem falar que a estética por trás do trabalho, digamos, visual dele não desce bem, ao menos pra mim. Porém, apesar de algumas imagens de mau gosto, neste clipe, ele é bem válido pela riqueza dessas imagens, em termos numéricos mesmo. Uma pluralidade de linguagens visuais, da paródia à animação, e isso eu acho interessante como reflexo de uma época em que tal profusão existe justamente por uma, talvez, falta de critério ou senso estético. Sim, como se existisse uma esquizofrenia visual que nem seria tão contraditória, uma vez que não se sabe dizer qual é a unidade da coisa toda, portanto várias coisas convivendo ao mesmo tempo é perfeitamente viável, certo? Não quer dizer que é bom, etc, mas faz sentido. Ou dane-se tudo o que eu falei, e foi mau quem chegou até aqui, importa ver o clipe, não se questionar e gostar ou não da faixa, não é isso? Meu abraço.
O remix que o Passion Pit fez, dessa faixa, eu postei aqui ó.
Woods é uma daquelas bandas de sonoridade atemporal. O seu álbum de estréia, o irregular Songs of Shame, poderia muito bem ter sido lançado em qualquer momento da década de 60 para cá. Exibe o lirismo dos anos 60 e o experimentalismo de vanguarda atual. Ao mesmo tempo em que mostra uma psicodelia provocativa também mostra um ruralismo inocente. Tudo isso gravado à melhor maneira lo-fi tanto explorada por bandas dos anos 90 como Guided by Voices e Pavement.
No entanto, a banda erra quando exagera no experimentalismo, como no cansativo instrumental September with Pete. Com seus quase 10 minutos de duração, a canção destoa completamente do restante do álbum e em dados momentos soa interminável.
Entre erros e acertos, o saldo é positivo. Se você é dado a não convencionalismos e gosta de tentar coisas novas, ouça mais essa boa novidade do ano de 2009
Claro que estamos falando da Gasolina, rs, a que é embalada por algum combustível inflamável, que canta, grita, se joga, faz caras e bocas e que promete boas novas pro ano que vem. Por que eu volto a falar na Marina, aqui?
Porque eu me liguei, depois que postei o clipe da faixa em que ela canta pro Hervé, “Baseball bat“, que em Abril o Guga Azevedo, nosso vizinho de Subtropicália, havia escrito sobre a curitibana e seus novos projetos, inclusive dando nome aos bois e prometendo datas. Então, vai aqui o ctrl+c/ctrl+v num trecho e o link pro post todo, afinal, milhares de cartas chegaram aqui na redação querendo saber mais sobre ela e o Guga já tinha antecipado tudo há tempos.
O duo Radioclit esta na produção/colaboração do novo trabalho… e a parceria deles não é de hoje. Assim como o projeto Electronicat… e ai a coisa começa a ficar curiosa…
Não é demais!? Se tu achou pouca bosta, então vaza do post. Se tu curtiu, aconselho a ver o resto dos videos, lá nos relacionados. Sobre o Little Joy, saca a passagem deles pelo Coachella e não estranhe a participação de alguns deles no show do Devandra, aí em cima, pois foram guests.
Então, o Denis falou do DJ/produtor inglês Joshua Harvey, a.k.a. Hervé, a.k.a Voodoo Chilli – e mais um monte de outros a.k.a.s – aqui, e eu fiz um comentário sobre o cara no mesmo post. Então, não vou perder muito tempo falando dele. O Titans EP é uma das melhores coisas que eu ouvi esse ano – pra falar a verdade, uma das faixas – “Get On Down“, que é um funky-house do inferno, quebradão, safado e sujo, matador mesmo. O problema é que a música gruda de um jeito que tu passa uma semana assobiando ou cantando o refrão fácil, de tão pegajosa que é. Mas tou quase jogando ela de volta no meu MP3… é daquelas pra sair da pista pingando. Bom, ouve aí e tenta ficar parado…
Recordar é viver… vamos lá. Lembra quando começou a James Session? No já longínquo 8 de janeiro de 2009… quem fez as honras da casa foi o Sabonetes. Foram cinco meses até hoje, e esta é a segunda noite que repete alguma atração no projeto (Rosie and Me e Delta Cockers tocaram em duas noites, lembra?). Cinco meses com shows semanais de bandas da cidade em um line up de dar inveja. Faça as contas e se organize; você pode estar perdendo muita coisa que acontece no seu quintal.
Sabonetes! Desde que tocaram na primeira edição da James Sessions eles continuaram rodando bastante pelas estradas do país. Aliás, na manha seguinte (9 de janeiro) eles estavam em uma van insana com mais três bandas da cidade para tocar no Curitiba vai pro Inferno, em SP. Também dividiram o palco com o Little Joy e finalmente se preparam para lançar o primeiro disco. O quarteto sobe ao palco do James com poeira da estrada, depois de shows em BH e SP e várias novidades no repertório.
A discotecagem do Denis Pedroso continua firme e mais do que bem pesquisada. Ele ganha o reforço de Grazi Meyer que nos lembra como é um set com o bom e velho espírito do rock largado, sujo e empolgante…
R$8. Rua Vicente Machado, 894. Bar James promoção: pague meia enviando uma mensagem para maamuteproducoes@gmail.com mais promoção: double chopp até 24hrs o/
O trio irlandês The Japanese Popstars têm chamado a atenção lá fora pelas suas apresentações ao vivo. Não dá pra ouvir o álbum We Just Are sem compará-los com dois importantes nomes da música eletrônica – Orbital e Underworld. Os caras fazem um som pesado, ácido e distorcido, bem a cara dos 90, quando essa galera tocava em festivais gigantescos, como o Glastonbury. Se eles fizerem metade do que o Orbital faz ao vivo, devem ser uns monstrinhos – no bom sentido. Mas chega de papo e vai ouvir o disco. Depois você conta o que achou. ;)
E a nova face da Marina, agora Gasolina, e ex Bonde do Rolê? Bom, a gente sempre soube que ela era do rock, certo? Então se liga neste video do single “Baseball bat“, do Hervé, e que foi espalhado pelo IM // UR, via twitter, hoje.
Um dos mashups da coletânea Best of Bootie, de 2008, ComaR reúne Justice a Jackson 5, em faixas óbvias, que juntas ficam melhor lá perto do final, sente:
Só venho aqui publicar esse sujeito por ter sido inusitado me deparar com um post sobre ele, aqui, com uma música que eu ouvi anos atrás e dei risada: “Chase money“. Ela figura ali remixada, mas continua uma porcaria, ou não? Menos pior? O sujeito se diz Trouble Andrew aka Trevor Andrew aka TRZA aka Private Joints aka Billy Lotion aka Trev Dirt aka Trev Hollywood aka também namorado da Santigold (foto) e tantos aks e nenhum decente. Mas, enfim, deixemos o Snowboarder ou Skateboarder, sei lá, fazer música, né, afinal hoje em dia todo mundo é capaz e pode e eu que pare com essa perseguição ou inveja dele ou ciúmes dela. Ouça o remix menos pior que a original, mas com a mesma letrinha, sorry:
Agora, quer saber de algo pior que a faixa referida (que é de 2005, se não me engano)? Ela junto com o clipe, saca que tristeza:
ps.: mal ae, não costumo perder tempo falando de algo que é só ruim ou compartilhando esse tipo de coisa, em que não acredito nem um centésimo, mas acho que entre ontem e hoje perdi o filtro ou caiu a máscara, algo rolou nos meus últimos posts. Programação normal, daqui pra frente…
Putz! Ok, 1 minuto de clipe até vai, pelo estranhamento e a música. Mas depois… Tenho certeza que esse será daqueles que, daqui alguns anos, vamos rever sentindo vergonha alheia dessa época. Não vi todos os clipes dirigidos pelo Patrick Daughters, mas só sei que entre os meus preferidos das bandas para as quais ele dirigiu alguns clipes, nenhum é assinado pelo cara. E um adendo: Grizzly Bear tem um patrulhamento digital na retaguarda que é muito, mas muito chato. De qualquer modo, banda foda, álbuns que valem o investimento e clipes que vemos porque as músicas merecem nossa atenção.
“Would you always / Maybe sometimes / Make it easy / Take your time”
O projeto INMWT é um blog (desde 2005) e uma festa (toda 4a. sexta do mês, no bar James, em Curitiba) voltados à música dos 00's em diante. Acompanhe-nos. Se quiser falar com a gente: contato@
innewmusicwetrust.com.br ;)
Obs.: não fazemos parcerias comerciais de nenhum tipo, muito menos participamos de "ações" de marketing que fingem ser de música pra vender grandes marcas ou parecermos descolados.
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