E quem quiser vê-los ao vivo, no David Letterman, tão saca:
via Disco Punk
In New Music We Trust – Ano VI
Manja essa faixa do Dragonette? Pois o duo Joe.Zee, de Vitória/ES, pegou as linhas vocais da original e criou uma versão “slo-mo disco” dela, segundo eles. Ok! Eu venho aqui e compartilho com vocês, pois os caras estão lançando, esse mês, seu EP Blackstar, e nos informam sobre a cena que está pegando fogo lá na região de cima do Brasil, sob o coletivo Smoke Island, você conhece? Se ainda não, logo eu volto aqui pra espalhar o primeiro volume da compilação deles, lançado no começo do ano. Por enquanto, sente a versão e aguarda, que eu já trago mais também dessa dupla:
Dragonette – Fixin to thrill (Joe.Zee “slo-mo disco” version)
Esse aí eu descobri hoje, achei o vídeo ótimo, mas acho q essa distorçãzinha na voz do Kanye já deu né?
mas enfim, a música é boa e a participação da Rihanna ta bem bonitinha. uma frase legal q descreve o vídeo que encontrei nos comments do vídeo: “sin city with a techno? twist :D”
Alías, pra quem estiver em sp hoje, tem mais uma edição da Killing the Dance, que é a noite que eu e Marcelo Elídio carregamos la na Torre, mais infos por aki.
:)
O som desse cara vai te pegar de jeito, mesmo que você não tenda para o indie, rs. Digo isso porque sempre que ouço o som desse americano de Seatle penso que é daqueles que nunca muita gente vai conhecer, manja como? Não que seja estranho, nem nada, mas por ser uma sonoridade em que só a galerinha mais indie curte. E, agora, você entenda indie como quiser, enquanto ouve e, quem sabe, se identifique:
Say Hi To Your Mom – I’m so tired
Essa é a nona faixa do álbum Numbers & Mumbles, de 2002. O álbum é todo bacana (se é que tu curtiu essa faixa, rs).

Adoraria falar a respeito do novo álbum do Wolf Parade, mas enquanto aguardamos o lançamento do sucessor do excelente, todavia injustiçado At Mount Zoomer, a dupla de compositores Spencer Krug e Dan Boeckner se desdobra literalmente em seus projetos extra. Analisando a qualidade desses projetos, fica difícil utilizar o jargão “paralelos” para caracterizá-los.
Spencer Krug é responsável pelas composições mais enérgicas e não-lineares do Wolf Parade. Não é a toa que seu Sunset Rubdown soe de cara, mais complexo do que o Handsume Furs de Dan Boeckner. Pra quem não conhece o trabalho de Spencer Krug, Clap Your Hands Say Yeah é uma referência de similaridade sonora.
Apesar de conter apenas 8 músicas, Dragonslayer é um álbum de bom tamanho. Suas longas, no entanto jamais cansativas canções são verdadeiras epopéias indie, como a dramática Dragon’s Lair e seu lamento bélico: “Oh, minha querida, eu gostaria de lutar a boa luta por mais alguns anos, porque dizer que a guerra está terminada é dizer que você é uma viúva. E você não é uma viúva ainda!“
Com ótimos lançamentos de Handsome Furs e Sunset Rubdown espaçados por apenas 3 meses, os fãs da excelente banda de Montreal (outro grande celeiro musical) podem ficar temporariamente satisfeitos, mas nada substitui a espera de ver esses gênios trabalhando juntos novamente. Enquanto isso, absorva esse belo álbum canadense.
Nota: 8.9
Mini set feito pelo Dj Manolo Neto, que é um dos convidados da noite de hoje, no bar James. Quem é de Curitiba, tá ligado no Manolo, certo? Recentemente, ele tem subido aos palcos, ao lado da Mistinguett. Hoje, ele se junta a Superpose e a dupla londrinense Master System, numa noite com dose tripla. Dúvida de que será bacana? Lembrando que a dupla de Londrina também tem set esquenta, aqui. Vai ouvindo e entrando no clima:
DJ Manoto Neto – Slow Punch (Mini set @ INMWT Party)
Não é a primeira vez que essa dupla paulista Blood Shake dá as caras aqui, com um dos seus remixes. Hoje,trago claro esse todo feito em cima da música do Superpose, afinal, amanhã a dupla catarinense se apresente aqui em Curitiba, em nossa Party, tu tá ligado já. A original, e o álbum, tu encontra aqui ó. Agora, sente o remix e vai te preparando pro live, amanhã:
Superpose – Queen of the night (Blood Shake remix)
Mais uma grande noite, hoje, no bar James. De um lado, Hotel Avenida, sobre o qual não falarei nada, pois há dois dias você já soube tudo e até ouviu o single recém lançado. Mas também sobre o Delta Cockers, você já está ligado em quase tudo, não é? Afinal, será a terceira vez que a talentosa dupla curitibana subirá ao palco da James Sessions. Porém, para os que ainda não, colo a voz do Guga Azevedo, sobre a banda, se liga:
“Delta Cockers, que mantém o clima dos sintetizadores na noite, mas sob uma nova perspectiva. A dupla, formada por Marcell Eduardo e Rafael Panque, optou pelo uso do violão no lugar da guitarra para acompanhar as batidas. Como se fosse um “eletrônico acústico” com letras sinceras e postura mais tímida. Surgiu ano passado e entrou no caminho inverso utilizado por boa parte das bandas independentes de hoje; primeiro gravaram algumas músicas e criaram uma página no myspace, e ai foram encarar os palcos. Até agora lançaram um EP físico, “O Começo da Paisagem” e dois virtuais, também disponíveis para download.”
E um trecho do primeiro show, gravado por mim mesmo eu, você vê agora e sente metade do que poderá ver, hoje a noite. E não esqueça de baixar o single do Hotel Avenida.
_Hotel Avenida + Delta Cockers@James Sessions
_discotecagem – Denis Pedroso & Grazi Meyer + Convidados
_Quinta-feira – 25 de junho 21h
R$8. Rua Vicente Machado, 894. Bar James
promoção: pague meia enviando uma mensagem para maamuteproducoes@gmail.com
mais promoção: double chopp até 24hrs o/
(clique na imagem, pra aumentar)
Esses vêm do fértil Brooklyn, mas calma, pois não têm muito a ver com o que você já está esperando ao ouvir isso. É, eles soam o extremo daquela galera toda que tem vindo desse rincão cheio de gente boa. Agora, ser o extremo, aqui, significa tirar o teu chão e fazê-lo experimentar uma dissonância fuckin’strange, como no clipe, que você irá ver, logo abaixo.
Esse trio está sob o amparo do selo Dead Oceans, do qual já falamos aqui da banda Bowerbirds e do John Vanderslice, fora os já conhecidos como Bishop Allen e Dirty Projectors. Eu não sabia disso não, foi coincidência, pois entrei lá pra pegar as mp3′s e saber mais sobre a banda e vi isso por acaso. Ok!
O que eu trago de lá, então, é a faixa “Life of birds“, segunda faixa do novo álbum, “All Aboard Future” (Amazon), lançado em Fevereiro . Nem falo nada, só ouça! Se é fácil? Não é, mas eu gosto dessas experimentações. Eu falei aqui do trio canadense York Redoubt, aí resolvi buscar um outro trio que fizesse o outro lado, mas ainda assim um tipo sonoro inquieto, querendo buscar novas sonoridades. Ou, se não nova, diferente do que tem sido lugar comum, atualmente. Mas, enfim, ouve uma e vê outra:
These Are Powers – Life of birds
E sobre o clipe, abaixo, saiba que ele é “inspired by the annual Ghost Festival held every August in China and the Chinese folkloric tradition of burning joss paper after the death of a relative or loved one” (mais, na página do video, no youtube):
Agora, sim. Anunciado para o dia 29, ele acaba de vazar, bem aqui ó (to puxando, não verifiquei ainda, e vou ter de sair e nem dará tempo de ver se tá ok. Esse Rapidshare é nojento, tá vindo devagar, sacão! Ps.: tem outro link, nos comentários) – dica novamente do Fred, via comu. Aproveita enquanto é tempo. Caso haja caça às bruxas, eu subo em outro endereço.
Tracklist
1. In For The Kill
2. Tigerlily
3. Quicksand
4. Bulletproof
5. Colourless Colour
6. I’m Not Your Toy
7. Cover My Eyes
8. As If By Magic
9. Fascination
10. Reflections Are Protections
11. Armour Love
Bonus:
12. Growing Pains

Master System faz eletrônica com influência roqueira
Grupo londrinense formado pelo duo Alexandre Heringer e Álvaro Carvalho exploram o maximalismo em performances de destaque.
Antes conflitantes, rock e música eletrônica vêm flertando já há algum tempo e hoje é possível encontrar uma perfeita amálgama dos dois estilos. Prova disso está no som da dupla Alexandre Heringer e Álvaro Carvalho, os DJs do Master System, que vem enchendo as pistas de Londrina e todo o Paraná desde abril de 2008.
“O lance do maximal foi mais por causa dessa pegada barulhenta do rock na música eletrônica, da distorção… De muitos artistas remixarem as coisas rock e ter essa coisa mais da festa em si, da diversão, sem se prender muito aos rótulos“, explica Alexandre Heringer, ao falar um pouco mais do som do duo, que explora a explosão de sensações causada pela invasão sonora do maximalismo. Entre as influências estão expoentes do estilo, a exemplo dos noventistas Daft Punk e Chemical Brothers, e outros mais recentes, Justice, MSTRKRFT e Simian Mobile Disco.
História
O Master System começou a tomar forma quando Alexandre, que já era conhecido no circuito underground londrinense ao tocar em bandas de hardcore, passou a produzir a festa “Alta Fidelidade“, em 2003. Desde então, vem experimentando nas mixagens e o som ganhou vigor a partir da parceria com Álvaro, frequentador assíduo da cena eletrônica.
Assim, aos poucos, a dupla foi encaixando a sonoridade dançante eletrônica com a atitude roqueira e encontrou um equilíbrio que agrada fãs dos dois estilos. Tudo de forma bem-humorada, com referências já consagradas, como o próprio nome, uma homenagem ao famoso videogame da Sega, e a bandas conhecidas, a exemplo de Technotronic, Dee Lite e New Order. “É uma mistura de house dos anos 90, hip-hop, funk, indie-rock… É uma coisa mais ligada a festa e diversão do que se preocupar com uma fórmula e soar de determinado jeito”, comenta Alexandre.
Atualmente, a dupla enche a agenda com apresentações em Londrine e região e figura constantemente na festa In New Music We Trust, dedicada aos novos sons, em Curitiba. Além disso são residentes das festas londrinenses Delux Rock Night (Lusthaus), Don’t Stop The Beat (Bar Valentino) e Party On (Stretto’s Pub).
Confira o video da apresentação do duo, em Curitiba, na edição de Abril da INMWT Party:
Dj Set+ Lives
E desde aquela data está rolando o DJ Set Soft Shot, que você encontra aqui ou acessa via nosso player, à direita, ou pela página PRAOUVIR. E agende aí a passagem dos londrinenses, neste final de semana, por Curitiba e Porto Alegre:
Sexta@INMWT, em Ctba / Sábado@I Love Disko Rock, em POA
(clique nas imagens pra aumentar)
Digamos que “pop cosmic” não é das coisas mais trativas, ainda mais pelo teor visual da coisa toda, que a mim só causa repúdio (vide os clipes dessa dupla), mas não importa o visual, certo? A música deles tem esse som, dizem e até rola sentir, pelas (poucas) faixas. Mas estão em work in progress, ainda…
Eu vi lá no rcrdlbl e achei que seria interessante compartilhar com vocês. Nessa faixa aqui, “Black magic“, eles soam com mais pegada, mas as outras que eu ouvi são atmosféricas. Lá no site do selo, tem remix pra festa aixa, se você achar que vale. As outras, você pode ouvir pelo myspace.
Nos EUA, eles abriam pro Black Kids e, em UK, pro nosso CSS. E se chega até a compará-los como compatíveis a Cut Copy, Simian Mobile Disco e New Order. Será? Ouve já:
Magic Wands – Black magic
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