Archive for the 'Blog' Category

[Video & Tour] “We can do what we want to”, The Blank Tapes

A gente falou disso, aqui, no mês passado ao postar esse single aí. No mesmo post, hoje a White Noise colou lá nos comentários as datas da tour deles no Brasil.

Na real, o post saiu no site deles, mas eu colo tudo, abaixo, e de quebra você vê esse novo clipe deles. Agende aí ;)

Tour

Sept 10th (Fri) – Ribeirão Preto @ Groselha Fuzz (w/ Homem Invisível)
Sept 11th (Sat) – Uberlândia @ Gomma (w/ Homem Invisível)
Sept 12th (Sun) – Araraquara @ Kruppa (w/ Homem Invisível)
Sept 14th (Tue) – São Paulo @ Tapas Club (w/ Homem Invisível and Inky)
Sept 16th (Thu) – São Paulo @ American Apparel Birthday Party (w/ Inky)
Sept 17th (Fri) – Sorocaba @ Usina Festival
Sept 19th (Sun) – Araraquara @ Kruppa( (w/Homem Invisível)
Sept 23th (Thu) – Curitiba @ James (w/ Subburbia)
Sept 25th (Sat) – Santo Antônio do Pinhal @ Festival da Montanha (w/ The Vain and The Name)

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[Single] “Do you get it?”, Kid Cudi

Dizem que o Kid Cudi soltou essa faixa(zinha) pra dar uma despistada a respeito do atraso do álbum. De fato, essa faixa é qualquer coisa, vamos combinar. Além do que não há nada oficial a respeito da presença dela no álbum, ou seja… Sente:

Kid Cudi – Do you get it?*

(*infelizmente, tem dois ads durante a faixa)

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[Single] “Radioactive”, Kings of Leon

Eis aí o novo single do Kings of Leon, que estará no próximo álbum deles, “Come Around Sundown” (sai oficialmente 18/Out). A faixa saiu junto com o clipe, que você pode ver aqui. Quem é fã desses caras, como eu, fica na apreensão aqui pra sentir como eles vêm pra mais esse. Sente um pouco desse radio rip:

Kings of Leon – Radioactive

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[Single] “Try to understand”, The Gay Blades

Ainda tá rolando, você twita e tem direito à faixa “Try to understand”, primeiro single do segundo álbum desse duo (o primeiro,Ghosts“, saiu em 2008, depois deles pintarem no SXSW).

Ali no site (apesar de poder baixar por aqui, agiliza pelo twitter, blz?), você se liga que o álbum “Savages” sai dia 5/Out. Ou seja, logo ali.

Agora, se ainda não ouviu nada deles, se surpreenda:

The Gay Blades – Try to understand

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[Show] Cibelle, Solange la Frange, Peaches

Dia desses, fui ao La Machine du Moulin Rouge para a noite Allez Allez Les Filles, que contou com apresentações de Cibelle e Solange la Frange e dj set da Peaches. Em frente ao clube, ouvia diversas línguas de turistas que, vindos de todos os cantos do mundo, preparavam suas melhores poses para ter o neon Moulin Rouge no porta-retrato da sala de estar.  No La Machine, o clima era outro: por ser uma noite de meninas, lembrei-me do Chá com Bolachas, e, por causa da estrutura da casa, me sentia num Glória mais confortável, menos ousado. Beber estava fora de cogitação, por causa do preço, o que me fez ter de assistir a três apresentações que pareceram, em todos os momentos, contrariar minha sobriedade.

Cibelle

A primeira a entrar no palco foi Cibelle, que parecia ser pouquíssimo conhecida por aqui. Com seu novo disco, as apresentações sofreram uma mudança incrível. Antes, eu havia visto apenas um show da cantora, em 2008, no qual, só, ela se desdobrava com a ajuda de samplers e pedais loop. Desta vez, vi Cibelle numa apresentação mais rockeira, acompanhada de todo seu aparato pessoal, de dj-tecladista, e da tríade baixo, guitarra & bateria. Somado ao arranjo tropical do palco, sua performance adquiria um tom por vezes enigmático, por outras, psicodélico. O mise en scène parecia ser tão importante que, numa canção, após pedir insistentemente que as luzes brancas fossem apagadas, Cibelle começou a consolar o técnico de iluminação dizendo “Não fique bravo, eu adoro o seu vermelho!”. Na música seguinte, quando dizia “you” apontava a ele carinhosa e ironicamente.

Ao contrário da brasileira, o trio suíço Solange la Frange atraiu muitos fans ao show.  Subiram ao palco esbanjando um eletro-rock bastante potente, me lembrando por vezes Death From Above e mesmo Peaches, que esperava no back stage. Um dos membros tocava baixo, guitarra e fazia backing vocals; outro, synths, baixo e guitarra; e a vocalista, além de dar tudo que sua garganta e diafragma poderiam oferecer, chegou a tocar baixo numa das canções e, noutras, percussão. A apresentação foi ótima, realmente barulhenta, cativante. E, para finalizar, todos cantaram seu cover divertidíssimo de “Sexy Back”.

Pecahes

Após muito suor e gritaria, Peaches subiu ao palco com um dj set bastante pesado. Infelizmente, eu não conhecia nenhuma música escolhida pela cantora e, por vezes, desconfiei que, se não fosse por ela, nem daria atenção a sons como aqueles. A força do set escolhido, aliado às horas regadas a álcool e o clima da festa, fizeram todos subirem ao palco. Algumas garotas insinuavam tirar a roupa até que, à iniciativa de uma, muitas seguiram se despindo, mas menos como sensualidade que uma espécie de liberação corporal, diversão, bebedeira, ou puro exibicionismo. Além das intenções, que realmente não importam, os semi-nus irritavam os seguranças, fazendo com que a Peaches tivesse de impedi-los de expulsar seu público do palco. Para fechar o set, nada melhor que Peaches exibir ela mesma  seu sutiã de lantejoulas cantando “Born Free”.

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[Video] “Shampain”, Marina and The Diamonds

Ok, desta vez não falarei mal da Marina and The Diamonds, pra evitar leitores que se afetam muito facilmente. Ressaca do feriado e tal, vamos pegar leve.

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[Álbum] “The Big Black and the Blue”, First aid Kit

Vocês se lembram delas duas, não? A gente se encantou com aquele côver de “Tiger Mountain Peasant Song” (Fleet Foxes), buscou o que mais elas tinham lançado e depois? Pois é, passei batido pelo debut delas, agora em Janeiro, esse “The Big Black and the Blue“.Até me referi a ele, quando postei o EP, mas passei longe de fato, foda…

Com o devido atraso, trago ele aqui porque tudo o que elas fizeram foi lindo, até ele. Agora, é conferir se chegaram à mesma excelência que os primeiros indícios apontavam. Bora:

Tracklist

1. In The Morning
2. Hard Believer
3. Sailor Song
4. Waltz For Richard
5. Heavy Storm
6. Ghost Town
7. Josefin
8. A Window Opens
9. Winter Is All Over You
10. I Met Up With The King

11. Wills Of The River

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[Batalha de iPod] do James é Hoje \o/

Para tudo, que hoje é dia de Batalha de iPod do bar James. Dia de celebrar junto com todo mundo que ficou em Curitiba, nesse feriadão, e com muita música. Vamos lá? ;)

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[Single] “Go to sleep”, Lupe Fiasco

O que, Lupe Fiasco lançou novo single e nem comentei nada? Não pode e aí está ele, “Go to sleep“, que vem naquela pegada já característica do cara.

Segundo o que circula, essa faixa estará no “Food & Liquor II“, que vem aí, quem sabe repetindo o sucesso e padrão de qualidade do genial debut dele (depois, saiu o The Cool, lembra disso?). também rolou um papo de que o novo álbum seria o “Lasers“, depois mudou de nome e, até agora, nada, a não ser esse single.

Enfim, está meio confuso, mas o lance é que tem essa nova na área ;)

Lupe Fiasco – Go to sleep

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[Lista] 40 melhores novas bandas de 2010, via Stereogum

A NME dia desses fez a lista das 50+, na opinião deles. Daí agora vem o Stereogum e nos presenteia com essa 40+, na opinião dos caras. (Update: se liga no que disse o Lázaro Fanfa, ali nos comentários, sobre as questões envolvendo os dois veículos, através de suas respectivas listas.)

A gente está pouco se importando com quais são de fato as melhores, apenas queremos saber quais os nomes que ainda não conhecemos e estamos loucos pra saber como soam, certo?

Bora lá, então, que tem apresentação e faixa pra ouvir. Só uma ou outra dessa lista pintou aqui no blog, portanto, se liga, que os caras foram buscar nas beiradas mesmo (diferente da NME, claro) :P

1. Active Child
2. Balam Acab
3. Baths
4. Best Coast
5. Blondes
6. Braids
7. Candy Claws
8. ceo
9. Cloud Nothings
10. Cults
11. Dale Earnhardt Jr. Jr.
12. DOM
13. Dominant Legs
14. Frank (Just Frank)
15. Frankie Rose And The Outs
16. Games
17. Gayngs
18. Givers
19. Glasser
20. Gold Panda
21. How To Dress Well
22. Julian Lynch
23. Kingdom
24. Lower Dens
25. Minks
26. MNDR
27. Mountain Man
28. Mr. Dream
29. Perfume Genius
30. Prince Rama
31. Tamaryn
32. Tame Impala
33. Tanlines
34. Teengirl Fantasy
35. Tennis
36. Twin Sister
37. Warpaint
38. Wild Nothing
39. WU LYF
40. Zola Jesus

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[Show] Beirut, Ting Tings e Arcade Fire no Rock en Seine

Aos novos leitores, me apresento: sou Mario Sagayama, que escrevia para o INMWT nos idos de 2007-2008. Agora, pedi ao Denis pra voltar como correspondente internacional pois estou morando em Paris. Então, vez ou outra, pintarão por aqui textos meus sobre shows no velho mundo.

Por sorte, cheguei em Paris e ganhei um ingresso para o Rock en Seine: um festival de 3 dias no Parque Saint Cloud, à margem do Sena, no sul de Paris. O line-up contou com bandas como Queens of the Stone Age, Cypress Hill, Foals, The Ting Tings, Beirut, Crystal Castles, Arcade Fire e, para alimentar nossa nostalgia, Blink 182. Mas, como meu ingresso era válido apenas para o último dia, só pude ver Beirut, The Ting Tings e Arcade Fire, respectivamente.

O festival era bastante grande – de estrutura equivalente à do Planeta Terra, talvez.  Ouvi dizer que foram cerca de 30.000 ingressos vendidos, o que se torna muito interessante quando temos como o Arcade Fire como atração principal do último dia, conferindo uma credibilidade imensa aos nossos queridos canadenses.

O dia começou ensolarado, perfeito para a apresentação do Beirut. De pronto, notei como, pelo menos nesta ocasião, o som das bandas anteriores estava ótimo, podendo ser do mesmo nível das apresentações principais, o que não acontece muitas vezes no Brasil, não é? Para isso, bastaria nos lembrarmos da apresentação da Juliette and The Licks, ou mesmo do Arcade Fire, no Tim Festival. Além desta primeira impressão, fiquei muito feliz por ver como o Beirut consegue cativar a plateia toda, e não apenas seus fans. Eu mesmo não me identifico muito com sua produção, mas aproveitei cada segundo show.

Após isso, entraram os Ting Tings. Para quem os ama, já aviso: That’s not my band. Neles, não consigo ver nada além de uma grande farsa. Estavam com um look péssimo e poucas músicas conseguiram atrair a minha atenção. Tudo parecia muito artificial: banda assistente, que entrava esporadicamente fazendo pose, e dançarinos segurando placas com as palavras “work” e “dance”, dando um ar de protesto (mas tudo sem a força necessária se a coreografia remete ao Domingão do Faustão). Entretanto, algo me impressionou: eles sabem tocar, e só.

Às 21h00, os Ting Tings deram adeus tocando aquele seu hit do primeiro disco. Seria então uma hora de espera para o Arcade Fire. Todos começavam a se prevenir caminhando em direção aos palcos ou aos banheiros. Busquei chegar o mais próximo possível e comecei a acompanhar a montagem da cena: zilhões de instrumentos e duas grandes telas de projeção.

Muitos cantarolavam “Wake Up”, canção que sempre vi como espécie de síntese de sua produção e, também, como melhor escolha para abrir um show. Às 22h00, pontualmente, entraram tocando “Ready to start”, seguida por “No cars go” e “Haïti”. A sensação era incrível, todos estavam extasiados. Uma garoa começava a cair enquanto ouvíamos tocar “Modern man”, “Neighborhood #1”, “Rococo”, “We used to wait”, “The Suburbs”.

E então, a chuva, mais intensa, fazia com que todos vestissem seus gorros e capas de chuva. Neste momento, Win Butler fez uma pausa para conversar com o público. Ao  contrário da Régine, que gentilmente se comunicava na língua local, agradando muito os recalques culturais franceses, Win optou por uma brincadeirinha: “E aí, gente! Vocês por acaso viram um vídeo que circula na internet dizendo que a França reembolsará o Haiti por todos os danos causados? Não? Ah! É um vídeo de um canadense que espalhou isto, mas é mentira. Mesmo assim, acho que vocês deveriam vê-lo porque a França fodeu com o mundo todo”. Um silêncio breve foi rompido por “Ocean of Noise”, que contou com a presença de membros do Beirut tocando instrumentos de sopro.

Mas, a performance, que parecia progredir com aquele gosto dramático de suas canções, teve de ser interrompida por conta da chuva, que já estava alagando o palco. Na verdade, o Arcade Fire foi obrigado a parar pela organização do evento. Imagino que isso se deveu ao contrato entre ambos, no qual, se não me engano, é de praxe haver uma cláusula que responsabiliza a organização por danos causados ao equipamento da banda. O staff do Rock en Seine, então, trocou todos os microfones dos vocalistas pelos que captavam o som da bateria, para que, em todo caso, o prejuízo fosse menor. Todo a organização visual e sonora foi coberta por grandes sacos de lixo e as telas foram desligadas.

Esperamos alguns minutos, até voltarem, acompanhados por um membro do Beirut, utilizando poucos instrumentos eletrônicos, mas dando tudo de si. Finalmente, tocaram “Wake Up”. O coro da canção era entoado por todos até explodir na palavra “adjust”, o que, para mim, é realmente entristecedor. Não sei quanto a vocês, mas não me sinto bem quando o show de uma das maiores representantes de nosso tempo é interrompido por possíveis problemas monetários e todos, após 3 dias de festival, voltam para casa cantando i guess we’ll just have to adjust.

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[Single] “Saturn’s ocean”, The Pass

O meu desejo de um bom Domingo pra você, hoje vem com o The Pass. Sim, sim, eu sei que falei deles agora há pouco, mas relaxa e sente essa “Satur’s ocean” e depois me agradece.

Lembrando que ela está no EP “Colors”, primeira faixa. Logo sai o álbum (21/9), se liga neles que os caras são muito bacanas.

The Pass – Saturn’s ocean

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[Video] “I look to you”, Miami Horror


Me referi ao clipe e postei o álbum, então agora vai aquele, que tal?

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[Álbum] “Business Casual”, Chromeo

Olha só o que vazou, no final do dia, ontem! Que beleza, o tão aguardado “Business Casual“, da dupla canadense Chromeo. Portanto, dê play o quanto antes, que não tenha dúvida de que seu Sábado será bem melhor com ele ;)

Tracklist

1. Hot Mess
2. I’m Not Contagious
3. Night By Night
4. Don’t Turn The Lights On
5. You Make It Rough
6. When The Night Falls

7. Don’t Walk Away
8. J’ai claque la porte
9. The Right Type
10. Grow Up

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[Álbum] “Weathervanes”, Freelance Whales

Freelance Whales foi um dos grupos listados pela NME como uma das 50 melhores novas bandas de 2010
Extremamente acessível e agradável em sua maior parte, o álbum Weathervanes conquista já em sua primeira audição. A similaridade e influência de uma multiplicidade de bandas – de Death Cab for Cutie a Los Campesinos, passando por outro excelente debute deste ano: Local Natives – ajuda a conquistar os ouvidos já acostumados a essas sonoridades.
A sensação de deja-vu permeia todo o álbum, e o que funciona como um ponto a favor de sua acessibilidade em uma primeira audição, pode se tornar um pouco enfadonho a partir da terceira ou quarta.

Freelance Whales – Kilojoules

Freelance Whales não deve figurar entre os álbuns do ano e, caso a banda venha a se firmar no cenário mundial, provavelmente não será pelo seu debute que serão lembrados, ainda assim o som da banda é honesto o suficiente para merecer uma audição criteriosa e apresenta uma simplicidade cativante.

Nota: 7.6

DOWNLOAD

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