Archive for the '__Colaborações' Category

Honeycut

Honeycut

Esta colaboração vem direto da nossa comunidade no Orkut, postada lá pelo Rodrigo.

Honeycut não é tão novo assim, sendo que seu único CD deles lançado até agora, The Day I Turned to Glass, foi lançado em 2006 - pela mesma gravadora do DJ Shadow, a Quannum Projects. Mas por eu nunca ter visto ninguém comentar sobre essa banda em lugar nenhum, então de certa forma pode-se dizer que é uma banda nova sim, hehehe. Enfim, essa banda é do caralho. Espero que exista algum ser vivo nesta comunidade que compartilhe desta opnião comigo.

The Day I Turned to Glass

Se você quiser ouvir a banda, acessa o Myspace deles ou assiste ao video, abaixo. Se interessou? Tem pra download via torrent, aqui.

Lembrando sempre que aqui na INMWT a gente vai atrás de banda nova sim e tal, mas não adoramos a novidade acima de tudo, rs, se a banda é dessa década e ninguém nunca ouviu falar por aí ou acha que seria bacana divulgá-la, está valendo. Compartilhe com a gente e espalhemos pra todo mundo ;)

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YOGO!YOGO!

Yogo!Yogo!

Direto de São Petesburgo surge esse incrível duo bem colorido, que por ser tão colorido e alegre já foram chamados de gays e em razão disso fizeram uma musica com o título de “I’m Not Gay“. Se você é está afim de escutar uma proposta bem divertida vale a pena conferir YOGO!OYOGO!

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Lykke Li

Texto escrito por Marcus Vinicius Brasil, para o rraurl.1

Lykke Li

Já está quase provada, ainda que não cientificamente, a teoria de que o pop escandinavo se encontra dentro de uma bolha de vidro, perdido num limbo de tempo/espaço inclassificável. Isso porque, mesmo que a cena musical de lá não seja nenhuma novidade e esteja entre as mais prolíficas do globo, ainda é um completo chute no escuro imaginar como vai soar a próxima novidade a emergir dos rincões gelados do norte europeu.

À primeira vista, o som da jovem Lykke Li pode até depor contra essa teoria. A cantora, saída de Estocolmo, capital da Suécia, se fez notar pela primeira vez graças a “Little Bit”, uma singela jóia de cristal que, afora seu atômico potencial pop devorador de atenções, não vai muito longe na fórmula já exercitada por alguns de seus compatriotas. Mas o lançamento de seu álbum de estréia, Youth Novels, prova que a garota sabe fazer muito mais que desenrolar um gogó encantador sobre bases instrumentais de folk.

O disco saiu no fim de janeiro, pela LL Recordings, e contou a produção de Björn Yttling - um dos membros do trio Peter, Bjorn & John, que reza a lenda tocam no Brasil ainda esse semestre. O resultado é uma reunião de doze faixas que passeiam por paisagens tão díspares quanto o folk eletro-acústico e o synth-pop trevoso à la The Knife. Entre os temas das canções, Lykke pode falar sem constrangimentos sobre um trompete que ela não consegue tirar da cabeça ou sobre amores surrealistas em terras gélidas, justificando o título do álbum e abusando de experimentalismos técnicos - como nas vozes distorcidas de “Breaking it Up”.

AÇÚCAR GÉLIDO
O vocal diabético da sueca pode dar, ao primeiro contato, a impressão equivocada de que alguns versos a mais causarão uma overdose sacarídea em ouvidos sensíveis. Mas o apelo melodramático dos vocais da cantora é compensado pelos arranjos frios e etéreos (ainda que melodiosos), letras metalingüísticas que insistem em falar sobre música (como as de “Melodies & Desire”, faixa que abre o disco) e uso homeopático de texturas sonoras excêntricas.

Se comparada a algumas de suas compatriotas como Sally Shapiro ou Robyn, a música de Lykke soa mais orgânica e menos influenciada pelo synth-pop e pela ítalo-disco dos anos 80. Os sintetizadores dificilmente predominam no arranjo, com poucas exceções como em “Complaint Department”, destaque do lado menos iluminado de Youth Novels e que não causaria espanto caso tivesse a produção assinada por Olof Dreijer.

Apesar do hit de Youth Novels ser mesmo “Little Bit” e seus versos apaixonados (”Eu apertaria o gatilho / escalaria uma montanha / pularia de um penhasco / porque você sabe, eu amo você”), há algumas outras pérolas que chamam a atenção à primeira ouvida. “Let It Fall” lembra as canções da jovem inglesa Kate Nash - ainda que com uma dose extra de originalidade - e “I’m Good. I’m Gone” aposta no pop eletrônico, com vocais distorcidos por um efeito robótico e refrão envolvente. O animado coral de “Breaking It Up” também é uma boa pedida para momentos do dia que exigem um estímulo extra à produção de serotonina.

Não se engane. Apesar da impressão emo-folk que as músicas de Lykke possam causar ao primeiro contato, Youth Novels é um álbum muito mais rico, tanto em seus temas quanto na sua sonoridade. A capacidade de se equilibrar entre o som amortizado de um Perro Del Mar e a efusão sintética de uma Annie faz da cantora sueca mais uma das boas surpresas que corroboram com a teoria de que a Escandinávia fica mesmo localizada em uma quarta dimensão musical.

 
icon for podpress  Lykke Li - Breaking it up: Play Now

 
icon for podpress  Lykke Li - Complaint department: Play Now

 
icon for podpress  Lykke Li - Little bit: Play Now

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  1. o texto foi cedido pelo autor, em colaboração à INMWT. Acesse o post original aqui e puxe mais 2 mp3’s, na página do autor no rraurl. Mais textos de Marcus Vinícius agora no Soundscoop []

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Database: Loaded

O projeto paulistano Database, formado por Yuri Chix e Lucio Morais já deu as caras aqui no INMWT no começo de março, numa rapidíssima apresentação feita pela Laís. Mas senti que já era hora de fazermos a lição de casa direito, com um post mais completinho, abordando senão todas, pelo menos grande parte das tracks, remixes e re-edits feitos por eles durante esses quase 4 meses que se passaram.

Diz ai: quantas bandas e projetos de música eletrônica de qualidade questionável ganham algum destaque na mídia simplesmente porque seus membros contam com “amigos influentes” em sites e revistas ou porque há uma agency por trás com aquele forte esquema de assessoria de imprensa dando respaldo? Não seja ingênuo, vai. Sabemos que mesmo fora do mainstream, o poder de influência e o comercial fazem com que muita coisa ruim tire espaço de coisa boa. Mas como preza o ditado: pra toda (infeliz) regra, ainda irão existir abençoadas exceções. O Database é definitivamente uma delas.

Database

Neste último mês de junho os rapazes receberam uma tremenda atenção da mídia, quando juntamente com o incrível projeto carioca The Twelves, receberam o convite de Norman Cook (Fatboy Slim) para um remix do seu projeto paralelo The Brighton Port Authority (BPA). Também no último mês, graças a ótima qualidade de produção e do bom gosto na escolha de remixes e re-edits, o rapazes receberam elogios de amigos que vivem e respiram há mais de uma década o underground da House Music.

French Touch

Pra minha felicidade, uma boa parte das tracks do Database segue a linha Disco/French House popularizada por artistas como Daft Punk, Cassius e Les Rhythmes Digitales. Basta ouví-las pra entender que nestas tracks há mais preocupação com a escolha certa dos samples (geralmente da disco, funk e soul do 70s/80s) do que em fazer soar “mais alto”, “mais pesado” ou “mais distorcido”, caminho tão comum na maioria das produções de electro. A faixa “Rainbows” (que achei escondidinha na página da dupla no TramaVirtual) e o atual re-edit de Realce, do Gilberto Gil são uma prova disso, com beats discretos, samples bem presentes em loops quase eternos e bem picotados, lembrando bastante produções do selo francês Crydamoure. Já no re-edit pra clássica “Turn Your Love Around” composta e gravada por George Benson em 1981, Yuri e Lucio optaram por apenas “adequar” a faixa às pistas atuais, basicamente adicionando um beat disco-house gostoso e marcante, aumentando o BPM e criando uma longa introdução, além de pequenos e espertos vocal cuts aqui e alí, o que já virou marca nas produções da dupla.

E quem prefere a linha mais Electro-Rock, precisa ouvir o competente remix (oficial?) deles pra “Both Gotta Move On” da banda francesa Scenario Rock, sim, aquela cujo vocalista (Mehdi Pinson) fez a letra e os vocais pra super popular faixa DVNO do Justice.

E falando em Justice, no momento que escrevia esse post, Lucio Morais me avisou via msn sobre a última deles seguindo a linha Ed Banger e já disponível no player do myspace: “Database Feat. Midnight Martyn - Party People”. Lucio fez mistério quanto a minha pergunta sobre quem seria Midnight Martyn, mas nada que uma rápida busca no myspace não matasse a charada: é o próprio Yuri Chix! Já familiar com “Party People” (que tocou aqui em loop por muito tempo) e conhecendo e adorando a outra disponível no myspace (”At Midnight”), só pude concluir uma coisa: Yuri ataca com novo projeto paralelo do mais puro Filtered French House, cuja linha lembra o mestre Thomas Bangalter (metade do Daft Punk) com seus clássicos EPs Trax on da Rocks. Devido a minha adoração pelo estilo e pelo andar da carruagem, tudo indica que Midnight Martyn também renderá um belo e longo post aqui em breve! :)

Load Now EP

Fugindo um pouco das inspirações francesas e deixando claro que o Database também quer tocar em outras pistas, há ainda o EP “Load Now”, disponível à venda em sites como Juno e BeatPort desde o começo de junho, apresentando 4 tracks que “dançam” entre o Electro e o Electroclash. Destaque pra “1985″, que além de ter sido em meados do ano passado a primeira track do Database que eu ouvi, é também minha preferida do EP.


 Load Now EP

Com tantas e excelentes produções, remixes e re-edits, e chegando ao pelotão de frente dos novos produtores brasileiros, não deixando absolutamente nada a dever aos gringos, alguém duvida que eles já deixaram de ser apenas uma promessa pra se tornarem um dos maiores nomes atuais do electro/disco-house e do electro-rock made in Brazil?

Ouça e baixe

Apesar dos caras terem me autorizado a colocar pra download todos os remixes e re-edits, lembrei que eles pretendem marcar um dia especial no mês que vem pra disponibilizar pra download lá no myspace no melhor estilo “tudinho de uma vez e por tempo limitado”. Então pra não melar os planos e também pra te incentivar a ficar de olho por lá, resolvi postar abaixo só uma (boa) parte. Caia de ouvido! ;)

 
icon for podpress  Scenario Rock - Both Gotta Move On (Database Remix): Play Now

 
icon for podpress  Database - Realce: Play Now

 
icon for podpress  Database - Rainbows: Play Now

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Sidechains

Começo minha série de colaborações aqui na INMWT com empolgação e capricho (o que pode ser raro no futuro, já aviso). Empolgação por resolver não apenas escrever sobre novos artistas, mas por divulgar novos artistas. E por “novos artistas” entenda como artistas que ainda não tem milhões de profile views no myspace e nem tocam em festivais como Coachella, e portando ainda não recebem atenção daquele famoso blogueiro/jornalista que só escreve sobre quem - apesar de ainda ser indie ou “alternativo” - já é inegavelmente HYPE. Claro, cada um escreve sobre o que quiser, e por isso mesmo eu resolvi revirar o guetto do myspace atrás de quem merece ser divulgado até sair dele. E aí, vem comigo? :)

Incrível como ninguém que fala minha língua até hoje escreveu sobre este incrível projeto de Electro/Disco House, apesar de posts a respeito já estarem pipocando em blogs gringos desde meados de fevereiro…

Sidechains é um projeto de Electro/Disco House do produtor espanhol Alex Ferrer, conhecido em Barcelona por seus jingles e vinhetas nas rádios de lá. Sua excelente habilidade em produção/edição fica clara ao ouvirmos sua tracks sempre cheias de vocais picotados e beat-repeats empolgantes.

Very Disco

A primeira coisa que me passou pela acabeça ao ouvir a faixa “Waiting So Long” foi: isso é muito Discovery do Daft Punk. E eu não podia estar mais certo. Além do clima disco, o vocal que se repete infinitamente em “Waiting So Long” é inegavelmente parecido com o vocal do Romantony pra “Too Long“, além de também ter um bassline gordo e nervoso (típico nas produções do Justice e de todo mundo que bebeu da mesma fonte dos 70’s: Chic). Mas as semelhanças param por aí. A faixa tem um andamento bem mais veloz, um rápido e único synth futurista, e aparentemente abusa da técnica ninja sidechain (será que serviu de inspiração no nome do projeto?), criando um groove delicioso que só você ouvindo pra entender.

Já a faixa “Dr. Funk” é um apanhado primoroso de samples e elementos da disco-funky 80s, que somados à uma batida cheia de efeitinhos espertos e os já comentados beat-repeats, transformaram essa faixa na minha preferida do projeto. Também deve ser a preferida dos caras do Database, pois já ouvi eles tocando algumas vezes em seus lives e também incluíram ela semanas atrás num set gravado exclusivamente pro site do Skol Beats.

 
icon for podpress  Sidechains - Waiting so long: Play Now

 
icon for podpress  Sidechains - Dr. Funk: Play Now

E se agradar, demonstre alguma gratidão ao espanhol visitando seu myspace, e aproveite pra conhecer as outras quatro ótimas tracks que estão lá. Prometo postar elas logo logo :P

[]’s

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The Fashion

The Fashion

Com uma pegada bem diferente a cada música, os rapazes do The Fashion nos remetem em alguns momentos a algo parecido com rap, como podemos ouvir na faixa “Solo Impala”. Outro destaque do cd1 é a faixa “Vampires With Gold Teeth”, onde a princípio nos parece uma faixa bem tranquila mas ao longo vemos que se torna uma coisa bem dançante! Outro destaque da banda é o vocalista Jakob Printzlau que sempre aparece com um lenço amarrado no pescoço… Ou seja The Fashion é fashion mesmo!

 
icon for podpress  The Fashion - Like knives (Tiger Baby remix): Play Now

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  1. ”The Fashion” lançado agora em Maio []

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Colabore com a INMWT

Colabore com a INMWT

Agora, finalmente, consegui estabilizar a plataforma e ter melhor domínio pra abrir o blog a todos que quiserem colaborar postando sobre novas bandas ou assuntos relacionados à nova música.

O que significa isso?

Que qualquer um pode acessar a plataforma e postar, independente de consentimento, rs. Quem entra e se registra sozinho, escolhe um login, preenche seu email e recebe através dele uma senha, com o qual acessa seu próprio perfil, o editor de texto e pode submeter o post já entrando pra família.

Eu faço apenas a mediação, pois apesar de ser intuitivo o modo de postagem, dependendo do navegador ou plugins no seu pc, este pode ter um lance ou outro incompatível e o post não ficar bem formatado. Até resolver isso, caso você tenha problema, e após você ter claro como funciona, eu vou dando uma força via email, msn, gtalk, como for melhor. No mais, se você se der bem de cara e se familiarizar rápido seguindo o padrão de formatação do blog, sem crise, o acesso é irrestrito.

Como se registrar?

Por aqui: http://www.innewmusicwetrust.com.br/wp-login.php?action=register
(leva 2 segundos e não precisa de cartão de crédito)


Sobre as postagens

Todos que acessam a comunidade ou o blog já têm claro que nos dedicamos à música dos 00’s, certo? Não somos jornalistas, nem pesquisadores, somos fãs de música e corrermos atrás de coisas novas, pro bem ou pro mal. Portanto, é só você ter vontade de compartilhar com todo mundo aquilo que vai descobrindo ou sabendo, nessa linha, acessar lá e postar pra todos nós ;)


Help

Todo mundo que se registrar receberá melhores instruções, por email, se precisar (além da instrução quanto à formatação e as cartas editoriais, que são enviados todo mês entre os colaboradores). De resto, o acesso é irrestrito e você esteja à vontade.

Bem-vindo ;)

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Care Bears On Fire

“I don’t wanna be like everybody else”
Com este trecho de música, já dá pra ter uma idéia do estilinho outsider da banda que a compôs. Care Bears On Fire, banda nova-iorquina composta por um trio de pré-adolescentes, é uma ótima escolha para quem curte o estilo Pop Punk / Alternativo.
Sophie, Izzy e Lucio demonstram uma maturidade musical bem avançada para suas idades - somente 12 anos -, mas são fatores que não impedem que eles façam um som animado e agradável para faixas etárias extensas, além de letras que podem ser relacionadas com nosso dia-a-dia.
É uma das poucas bandas com componentes nessa faixa etária que está longe de se encaixar no padrãozinho Disney de música, hoje representado principalmente por Miley Cirus, Jonas Brothers, HSM e afins.
Lançaram o primeiro disco em Outubro de 2007, além do videoclipe de “Everybody Else”, o primeiro single - uma música que é mais levada para o lado pop e cujo o trecho citado acima faz parte da letra.
Pra quem curte o som de CSS, Tegan & Sara, Ramones e/ou The Donnas, o CD “I Stole Your Animal” é um prato cheio, com músicas em batidas e ritmos bem variados. A banda já conquistou até um lugar no Top Ten Critic’s Choice da Billboard!

Um review com mais informações sobre a banda pode ser encontrado na página da banda no Imeem. As músicas do album “I Stole Your Animal” estão disponíveis para download.

Agora é arriscar e apostar no futuro promissor dessa banda que já está ‘causando’ ao entrar no cenário musical atual, com várias apresentações nos bares e casas de show dos arredores de NY e outros eventos underground (:

+ Links• PureVolumeComunidade no Orkut

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Novo vídeo do Justice: DVNO

A dupla francesa Justice resolveu atacar novamente com seus fantásticos videos promocionais. Dessa vez, a faixa DVNO foi a escolhida para ser a sucessora do, super-assistido, D.A.N.C.E.. O estilo visual usado por So Me, diretor de arte da Ed Banger, no vídeo lembra os brands de grandes estúdios de cinema e TV do mundo.

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