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MGMT - “Kids”, o novo hit do verão

MGMT

Formado em 2002 por Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden, MGMT passeia entre o pop psicodélico “paz e amor” dos anos 70 , o electro nuance, as vezes disco, de embalos sonoros desacelerado, o rock de suas canções noiadas, pegajosas e delirantes sem tirar o pé do folk e o visual da psicodelia colour flúor da new rave.

Como primeiro single de “Oracular Spectacular”, cd produzido por Dave Friddma (já produziu banda como Flaming Lips e Mercury Rev), vem a pop sintética lavagem cerebral “Time to Pretend”, os synths e o sua melodia grudam, faz você lembrar e cantar até quando ouve o caminhão de gás. O mesmo acontece com “Kids”, que tem tudo para ser o próximo hit de verão nos inferninhos embalados pela “new rave last week”, com seu college pop direto com sua sonoridade anglo-retrô paralela às produções electropop na medida certa. Já “Weekend Wars” nos lembra David Bowie em uma de suas melhores performances sonoras de seus tempo do ziggy stardust.

Lançado no começo de 2008, “Oracular Spectacular” está sendo considerado um dos melhores lançamentos até agora pela sua autenticidade e ousadia sonora, e isso por que o lançamento do cd não vinha causando nenhum alvoroço pelas comunidades alheias, foi quase que um lançamento sem previsão e expectativa.

 
icon for podpress  MGMT - Kids: Play Now

 
icon for podpress  MGMT - Time to pretend: Play Now

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Gdw77YeqeUY[/youtube] MGMT - Time to Pretend

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=bIEOZCcaXzE[/youtube]MGMT - Kids

Parceria PenetrationClub e In New Music We Trust

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Magic Magic

Pra comemorar e divulgar duas coisas a postagem de hoje.

Uma é, obviamente, o progressivo amadurecimento da novíssima geração indie americana formada em transe pelos cânones do folk e pelas raízes musicais daquele continente. Um amadurecimento explícito no lançamento, dia 29 de fevereiro, do EP Sun Giant, de uma banda chamada Fleet Foxes. O disquinho é sobrenatural, seguindo, mas honrando com personalidade e lindas letras, as marcas deixadas pelo Grizzly Bear no chão rústico moderno americano em 2006.

Outra coisa a se comemorar é a festa que vai rolar semana que vem e é festa do blog Descobrindo bandas.

Well, eu já tinha citado o Magic Magic no ano passado na coluna da Flávia no site da Érika Palomino. Mas, agora, as músicas me soam mais prontas e o quinteto de Boston já anuncia pra brevemente neste ano o primeiro disco (sim, 2008, não 07, como o myspace informa).O som é mais eletrificado e rebelde que o do Fleet Foxes, um pouco mais perdido por diferentes impulsos e linguagens temperando o folk, mas acho que consegue nos levar ao mesmo nível de encantamento pelo estranho/ sublime. ‘Over your heart’ já é o hit do ano para mim, ao lado, claro, da inexplicável ‘English house’ do Fleet Foxes. Cara, que música é essa? Alguém me escreve dizendo? Sério! Tudo bem que parece easier do Grizzly Bear, mas caraio…

Devo podcastear tudo em breve. Aliás, episódio atual do podcast tanque com uma entrevista com os Zombies + seleção legal relacionada à banda inglesa dos 60’s. Não perca.

ps: melhor comparação com os Plants And Animals (post passado) eu perdi, mas amigo me lembrou. É o próprio Doobie Brothers, country, de 75, que o Doobie Brothers, liderado pelo brilhante Tom Johnston, não conseguiu ser. Para iniciados demais, mas vale o registro. Aliás, reitero: discaço, discaço, o Parc Avenue dos Plants. Hoje, me baixaram 8 vezes.

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The Dø

thedo1.jpg

The Dø (dó musical) é uma dupla. Ela, Olivia Merilahti, vocal, é finlandesa e ele, Dan Levy, instrumentos, é francês. Eles acabam de lançar seu primeiro disco “A Mouthful”. Desde que começou o ano, com toda especulação de lançamentos, acabei achando num blog da vida. E desde o mês passado não consigo parar de escutar. A voz de Olivia é suave e atinge tons incríveis, e as melodias são emocionantes. Lembra a de muitas outras, misturadas, Nina Persson, Regina Spektor, Feist e todas essas vocais maravilhosas dessa nova geração. Os instrumentos levam o folk ao rock, e a uma mistura incrível.

O disco é um daqueles que você pode ouvir inteiro sem pular as faixas. Mas a minha preferida e mais triste também é “Over My Shoulders”. Se quiser escutar uma melodia mais alegre ouça “At last” e “Stay (Just A Little Bit More)”. Todas as músicas são em inglês, com exceção a uma música, “Unissasi Laulelet”, cantada provavelmente em finlandês.

Bom, essa é a minha dica pra inaugurar as dicas do “91 Extra Rock!”. Essa e muitas das bandas que esse blog fala estão na nossa programação. Por isso fiquem ligados!!

 
icon for podpress  The Dø - On my shoulders [5:21m]: Play Now

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The Pan I Am e as viagens de Ed Larrikin

larrikinlove.jpg

Lembra do Larrikin Love?

Aquela banda com sons trabalhados super bonitinhos e super legais, com letras profundas e performances bem dramáticas? Pois então, para amigos que ficaram orfãos da banda, após o término em maio do ano passado, podem hoje se divertir um pouco com o The Pan I Am.

O Pan I am é o novo projeto do Ed Larrikin, ex idealizador e vocalista do Larrikin Love, o próprio nome da projeto já é bem exótico, e mais exótico que o nome são as explicações que ele, Ed, da sobre isso, e você pode ler aqui!

A fixação do vocalista por literatura, saraus e a cultura greco-romana, são as maiores influências do Pan I am, que constantemente participam de encontros de poetas e artistas em pequenos pubs de londres e assim vão divulgando o seu trabalho. Na entrevista acima, ali no link, Ed, meio confuso explica mais ou menos a idéia da banda e fala também sobre o estranho final do Larrikin Love, destaque para este trecho abaixo:

“Virtual Festivals: Why did Larrikin Love split up? Did you just decide to go your separate ways?
Edward Larrikin: I think so, I wanted some fun.

Ed Larrikin viajando...

Enfim… mas como soa o The Pan I Am, afinal??? Não posso deixar de falar que é meio diferentão, que não é mais legal do que o Larrikin Love, apesar de ser bem parecido, mas é um som empolgante! Beeem empolgante; dou destaque pra faixa Ophelia aged 6, é a faixa 1 do myspace deles e já começa com um guitarrão bombando o vocal bem mais acentuado, um violinozinho pra dar um ar exótico e uma melodia super agradável. As faixas que seguem também são empolgantes, mas a que ganha no quesito estranhesa, definitivamente é a segunda, This is vanilla death baby é bem curiosa (rs). Já a terceira faixa, I was’n even there é o Larrikin love só que com outro nome! Tem uma faixa 4 também, mas não me chamou muita atenção (na real a primeira musica é que é muito boa, daí nem liguei pra mais calminha =p). A parte chata da coisa: não achei músicas deles pra download, só o que está disponível no myspace mesmo, e alguns videos como esse no youtube (esse é o que estí com a melhor qualidade). Enjoy amigos!

Cheerz =)

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