Tag Archive for 'são paulo'

Já prestou atenção neles?

mais por aqui, por enquanto ;)


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Curitiba vai pro Inferno, hoje!

curitibavaiproinferno

Essas bandas aí de cima, enfim, desembarcam no Inferno, hoje à noite. Se liga na chamada, feita pela agência Alavanca:

Temos uma relação bem próxima com os vizinhos de Curitiba. Sempre levamos as bandas da Alavanca pra shows na cidade e ajudamos bandas de lá a tocar aqui na terra da garoa. Mas, nos últimos tempos, a demanda de boas bandas da capital paranaense estava nos deixando um pouco aflitas. Quem acompanha a TramaVirtual sabe do que estamos falando.

Pensando nisso, decidimos chamar alguns dos principais representantes desta nova safra curitibana para um minifestival em São Paulo só com bandas de Curitiba. Durante as negociações, fomos positivamente surpreendidas pela capa do caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo, que na última quarta-feira destacou o quinteto Copacabana Club e apontou a mesma agitação que temos acompanhado de perto (leia a matéria aqui).

A gente pretendia soltar a notícia ano que vem, mas já que estamos todos nesse clima de “Curitiba é uma festa”, já anotem em suas agendas: hoje, a Agência Alavanca realiza o Curitiba Vai Pro Inferno, evento que vai reunir as bandas Copacabana Club, Sabonetes, Heitor e Banda Gentileza e ruído/mm no palco do… Inferno Club.

Povo de São Paulo, se joga. Se tu ainda precisa de um incentivo, então assista esse video da reinauguração do bar James, em Curitiba, que teve, além da banda Mordida, também o Copacabana Club no palco. Sente o drama.

Já os Sabonetes, se liga no próximo post e dá uma olhada no showzinho deles, ontem, na abertura da noite James Sessions, realizada pela Maamute produções, no bar James.

Curitiba Vai Pro Inferno!
Shows: Copacabana Club, Sabonetes, Heitor e Banda Gentileza e ruído/mm
Discotecagem: Guga Azevedo (Subtropicália, Rádio Lumen FM)
Sexta-feira, 9 de janeiro de 2009, a partir das 23h
Inferno Club: Rua Augusta, 501 – Consolação – São Paulo, SP
R$ 10 (lista@infernoclub.com.br) e R$ 15 (porta)
(11) 3120-4140

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The Young Knives dia 08/10 em SP

Well, antes tarde do que nunca aqui vai o ctrl+V:

INCUBATOR, projeto musical do British Council, traz o selo indie britânico Transgressive Records com Young Knives e Johnny Flynn para o Brasil

A banda britânica de rock independente Young Knives e o músico de folk-rock britânico Johnny Flynn vão tocar em São Paulo na Clash Club, na quarta-feira, 08 de outubro. Os shows fazem parte da turnê do selo independente britânico Transgressive Records, que depois segue com a apresentação das duas bandas em Buenos Aires e Santiago.

Além dos shows, faz parte da turnê um bate-papo com os donos da Transgressive, Toby L e Tim Dellow, e com profissionais brasileiros. Em São Paulo, o bate-papo vai acontecer no dia 07 de outubro na Biblioteca e Centro de Informações do Centro Brasileiro Britânico e será aberto ao público. Essa turnê é uma das atividades do projeto Incubator do British Council, cujo objetivo é promover o melhor da música contemporânea britânica e latino americana. A turnê do selo Transgressive é a primeira de uma série de turnês de selos independentes britânicos que vão acontecer na America Latina ao longo do próximo ano. Mais informações no site: www.incubatormix.com

Serviços:

Shows: Young Knives e Johny Flynn
08 de outubro, a partir das 22h30

Preço: 25 R$

Clash Club
Rua Barra Funda, 969
www.clashclub.com.br
www.myspace.com/theyoungknives
www.myspace.com/johnnyflynn

Bate Papo com Toby L e Tim Dellow (Transgressive Records)
07 de outubro, às 19h30
Centro Brasileiro Britânico
Rua Ferreira de Araújo, 741
informações e inscrições: Rsvp.Sp@britishcouncil.org

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Yelle em SP…

Pois é, aparentemente em uma única apresentação no Clube glória, na terça feira dia 30 desse mês. A vinda da francesinha, marca a estréia da festa IM//A\\PARTY, e do lançamento do website IM//UR. Preços e mais detalhes sobre essa noite do dia 30 vão ser divulgados nos próximos dias, mais é bom já ir se preparando né?

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Dragonette ontem 12/04 @ Clube Glória

Muita luz, muito raio laser, MUITO, mais muito papel prata picado e muito confete, por volta das 3 da manhã anunciavam o início do show do Dragonette no Clube Glória.

Mais de mil pessoas circularam pelo clube nesse dia, pra ouvir a banda canadense.

O público ansioso, a banda entrou, deu um tchauzinho tímido pra todo mundo, meio sem saber o que falar, e começaram com “Jesus doesn’t love me”, já no meio dessa musica deu pra notar que os quase 40 minutos na fila, o calor e a super lotação, super valeram a pena. A animação da vocalista Martina era algo extremamente contagiante; ela que só tem a carinha e voz de boa moça porque no palco… A coisa acontece de outra maneira! Ela pula dança, interage com o povo, fala com quem esta na frente, com quem ta atrás, dá o microfone pra galera cantar… Enfim, ela se diverte e parece fazer tudo com o maior carinho, o que é super perceptível. A energia da banda é algo assim, fora do comum, todos super animados; não sei se porque era a primeira vez da banda no Brasil… ou sei lá, porque era aniversário do [guitarrista]; mas, pra quem já viu vídeos do Dragonette por ai, e comparou com o show de sábado, viu que é bem diferente, a coisa é muito mais legal do que parece;)

O que me impressionou foi sem dúvida performance da vocalista Martina, que canta de verdade… tem um alcance vocal fora do comum, um controle, e ao mesmo tempo um pique.. assim, uma coisa bem absurda.

Dada a introdução das sensações causadas, vamos falar da sonoridade, das músicas e tal. Infelizmente minha memória não me permite lembrar a track list certinha =/, mais os momentos chaves são impossíveis de serem esquecidos, em 40 minutos de show, por volta da segunda ou terceira musica, “Competition” foi onde o povo resolveu se soltar mesmo e arriscar algumas letras. Junto com o povo, quem se soltou mais foi a vocalista Martina, que falou do calor (em português), que agradeceu e que se demonstrou muito surpresa com a energia de quem estava lá. Algumas musicas depois outro momento forte foi em “True Believer”, que mais da metade do clube cantou junto, emocionando a vocalista e dando mais ânimo e mais gás pro show. Até “parabéns pra você” em português rolou no meio a performance da banda, em homenagem a festa Bafón Bafu, que completou 1 ano, e ao guitarrista Will que completava 40 anos, e que por sua vez era o mais recatado, focado, comparado a Dan kurts [baixista, tecladista e produtor] que volta e meia trocava umas palavras em português com o povo, brincava e demonstrava simpatia e animação absurdas. A banda parecia muito íntima do público o que foi o diferencial do show provavelmente. Mais algumas músicas se passaram, o calor aumentava, todo mundo grudado, melado, o som por sua vez perfeito (o técnico de som desse show, ARRASOU, pois não teve uma falha se quer no áudio) e é quando praticamente 80% de quem estava lá acompanha Martina em “Take it like a man”, do começo ao fim, e o microfone começa a rolar pela galera da frente dando mais ânimo pra quem estava na boca do palco, tipo eu, e emocionando muita gente; (tinha muito modernete chorando, rs).

Outro momento explosivo foi em “Black limousine” que o público também acompanhou do começo ao fim, ninguém se deixava levar pelo cansaço ou calor, e a banda reconheceu isso e agradeceu diversas vezes a presença de quem estava lá; mais algumas musicas depois e o final do show estava chegando, e o momento mais esperado também, após apresentar a banda e um último agradecimento, finalmente o hit “I get around” esperado por muitos toma conta do clube e vira tudo apenas um som, as caras de surpresa no começo da música, de Martina e Dan ao ver absolutamente todo mundo cantando, e ainda por cima mais alto que todo o som que estava rolando, foram impagáveis! Eles riram, satisfeitos e deixaram o povo cantando alguns segundos. Naturalmente muitos aplausos, muitos gritos, mais e mais e mais e mais papel prata, muita fumaça, muito confete, muito laser e o show chega então ao fim. Após o tradicional agradecimento a banda se retira do palco, Dan, o brasileiro o grupo, fica ainda por uns instantes no palco, troca algumas palavras com o povo, agradece muito, se diz extremamente satisfeito e se retira após o resto dos integrantes. O povo tenta evacuar a área da pista, pra tomar um ar, ou algo do gênero, quando a banda volta ao palco novamente, para o chamado encore, o povo meio perplexo, fica, ninguém se mexe, e para a minha surpresa pelo menos, eles fecham o show com uma versão de “Woman” da banda Wolfmother, super bem recebida pelo povo que estava lá, aí sim após essa última cartada, a banda novamente se despede e o show termina bem, muito bem.

Algumas “considerações”:

Antes e após o show a banda ficou circulando tranquilamente pelo clube, foram mega simpáticos, tiraram fotos, aprenderam gírias gays, falaram sobre myspace, sobre internet, aquelas conversas inevitáveis á respeito do brasil, que sempre envolvem, futebol, carnaval e etc, rs.

Mas assim, quem tava lá sabe que o ponto alto da noite foi, além do novo corte de cabelo da Martina, foi à falta de corte de pêlos da bonita em baixo do braço, isso sem dúvida é assunto que VAI render nas colunas fashionistas e moderninhas nessa semana, o excesso de pêlos da menina, foi comentário quase absoluto até as 6 da manhã, sorte que ela fez um show absuuuurdissimo, pq se não aquele seria o assunto da noite. Mais enfim, quem liga, ela foi super fofa, me deu vários abraços, falou q tava me vendo cantar, e que eu era super animada, rs. Enfim, valeu muito a pena, espero de coração que eles voltêm, forma super fofos, super querido e com certeza vão ser super bem recebidos quando voltarem ;)

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Fotos por: http://www.flickr.com/photos/rafapartypeople/

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