Pega aí o novo single, que acabou de sair, do Yeasayer, “Longevity“. Porque “Henrietta” você ouviu aqui.
Tag Archive for 'yeasayer'
“‘Henrietta’ vignette to take drugs to created by Yoshi Sodeoka”. Então, tá. O single você pegou aqui já, em Maio.

Sente só como os Yeasayer vêm pra esse novo álbum. E apesar de diferentão, com a mesma qualidade. Ansioso aqui já por mais deles…
Você pegou o álbum do Cold War Kids aqui, agora sente o remix que o Yeasayer fez da primeira faixa, “Mine is yours“. Tem o do Passion Pit, também, que você pode ouvir e baixar daqui.
Cold War Kids – Mine is yours (Yeasayer remix)
Eu aconselho você a dar play e se surpreender, para o bem ou para o mal. Esse single está sendo lançado agora em Setembro (e em Novembro, já sabe, Playcenter o/). Curto pacas Yeasayer :)
Olha só que mistura é essa, os N.E.R.D. intimaram a Nelly Furtado pra cantar nessa “Hot n fun” e, na sequência, lançam o Ep The Remixes, que saiu agora no final de Junho e veio repleto de gente grande remixando essa faixa. Além desse do Yeasayer, tem Crookers, Hot Chip, Boys Noize, é mole? O álbum “Nothing” sai em Setembro…. Sente agora esse trampo do Yeasayer, que é diferentão, saca:
XXXchange resolveu dar um up na faixa “ONE“, do novo (que vai ser lançado, ainda, mas já vazou, em Dezembro) álbum do Yeasayer, “Odd Blood“. Deu pegada à faixa, que cabe na pista fácil. Sente:
Yeasayer – ONE (XXXchange remix)
Foi ao ar na terça, se não me engano. Assim é como eu lhe desejo um bom domingo ;)

Muita calma pra não derrubarmos o servidor, mas já vazou o novo álbum do Yeasayer. É esse aí em cima, com essa capa louca que está sendo divulgada por todo canto hoje. Como se já não bastasse o excelente ano em lançamentos que foi 2009, 2010 começa mais cedo com esse aguardado lançamento, que deve chegar fisicamente (isso existe ainda, né!?) só em fevereiro.
Musicalmente não há muito o que falar (ainda), já que a coisa toda é muito recente e um álbum de uma banda como o Yeasayer não se digere assim de primeira. Tem a nossa conhecida Ambling Alp seguida pela igualmente excelente “Madder Red“. De cara se percebe uma gama de excelentes arranjos vocais com uma pegada mais dançante em meio a muita psicodelia experimental.
Yeasayer – Madder Red
Pra mim é como o encontro musical de Michael Jackson e Animal Collective. Não sei se por acaso ou não, esses são dois nomes – que serão eternamente lembrados pelo ano de 2009 – culminam em influências para esse que talvez venha a ser um dos nossos álbuns favoritos de 2010. Até porque 2009 já deu o que tinha que dar e, cá entre nós, nos deu muita coisa boa, esse ano. Fala a verdade…
Nota: 8.9
Se você está na expectativa do segundo álbum do Yeasayer, que tal esse vídeo para aumentar ainda mais a ansiedade? Que loucura nos aguarda?
Visualmente impecável e de um experimentalismo épico, o vídeo dirigido pela dupla radical friend, inova em um dos clipes mais pirados do ano.
Uma semana depois que a gente deu a letra sobre o novo álbum do Yeasayer, eles lançaram pelo site o primeiro single, “Ambling alp“, desse segundo trabalho dos caras. Você confere aí como ele soa e vai alimentando a ansiedade pro começo do ano que vem, quando sai.
Yeasayer – Ambling alp
O Rafa deu a dica na comunidade, que tinha saído mais infos sobre o novo álbum (enfim) do Yeasayer, “Odd Blood“, que está previsto pra Fevereiro do ano que vem. Alguma ansiedade? Saca um video só pra você sentir como ele vem:
Agora, o tracklist:
1 “The Children”
2 “Ambling Alp”
3 “Madder Red”
4 “I Remember”
5 “O.N.E.”
6 “Love Me Girl”
7 “Rome”
8 “Strange Reunions”
9 “Mondegreen”
10 “Grizelda”
“Odd Blood took many layers to finalize, but with all things Yeasayer the outcome is spectacular. Filled with Yeasayer’s own take on pop pleasures and experimentation, the band has once again carved its own path through that ice cold glacier that is modern pop/rock.” (No release)
Você pode saber mais, aqui no post do Stereogum.
Está claro que essa é uma das bandas preferidas aqui. Pois bem, essa semana o Bruno Natal, do blog URBe, entrevistou o vocalista Chris Keating.
Entre outras coisas, o cara fala de algo que considero bem importante, o fato de hoje as bandas poderem fazer música e distribuí-la, vender e armarem tours sem necessariamente estar ligada a uma major, ou tendo de seguir a cartilha, estar “dentro do esquema”. Cada um pode fazer o que quiser, os meios estão aí disponíveis. Descontadas as relevâncias e proporções, a música independente hoje possui estrada própria e cabe aos de talento mostrarem como fertilizam a coisa toda.
E, nós aqui, seguimos acreditando, rs. Confira a entrevista toda:
Está claro que cheguei atrasado. Confessei no meu post sobre a banda, dias atrás. Como se o conteúdo da confissão fosse importante… Quem dá a mínima para o atraso?
A urgência com que se vive o ‘hoje em dia’, às vezes até ela precisa de um tempo, certo?, até essa urgência precisa fingir para si mesmo que a vida tem maior sentido que uma novidade, o jornal de hoje, a pré-estréia e por aí vai.
Por que você diz isso, Denis? Pois bem, meu caro, você que se dedicou a ler até aqui, que se dedicou a ler sobre o Yeasayer dia desses (ou que se dedicará) e compartilha do verbo que estou conjugando, esse post é para os que se deslumbram (deslumbrar que vem do verbo admiração, manja? Conjuguei ele aqui antes de ontem sobre o Lupe Fiasco. Conjugo ele aqui direto).
Deslumbrar-se no sentido mais íntimo. Quando você descobre algo que, independente da época em que surgiu, lhe faz querer gritar para todo mundo à sua volta “você já ouviu isso!?” (E se o sujeito já ouviu, você reclama: “e como nunca me falou a respeito!?”) Bom, esse é o espírito da INMWT, que se às vezes parece um blog informativo (lamento os deslizes), você que acompanha a tempo suficiente sabe que é do sentimento de partilhar algo junto que nós surgimos. Eis o que sustenta tudo.
Não somos jornalistas, não somos críticos e não temos pretensão a nenhum desses partidos. Gostamos de falar do que gostamos com a vontade maior até do que o conteúdo. Mas, saiba (e creio estar claro) não maior que a sinceridade. O que é a sinceridade? Não é o entusiasmo pela banda dos amigos, da novidade descoberta, pelo oportunidade de ganhar visitas, é a sinceridade que não precisa estar escrita.
De fã para fã de música boa ou ruim (quem atestará? Não importa, músicas das quais gostamos demais), permita-me insistir no tema e colar aqui esse video feito pelo Blogoteque, video no qual a banda canta “2080″ ali na hora com o povo que estava naquele apartamento, qual recebeu reclamação do morador vizinho a respeito do “barulho”. Depois, mais embaixo, eu colo a letra da música (não vou comentar, só leia) e o link pra mais um video, esse agora feito pelo Pitchfork.tv.
É um prazer para mim esse blog existir para que eu possa compartilhar essas coisas com você. Você mesmo, que em relação a outro artista que eu gostei pode ter detestado. A pluralidade, ‘hoje em dia’, é mais urgente ;)
Verse 1:
I can’t sleep when I think about the times we’re living in,
I can’t sleep when I think about the future I was born into,
Outsiders dressed up like Sunday morning,
With no Berlin wall what the hell you gonna do.
Chorus:
It’s a New Year,
I’m glad to be here
It’s a fresh spring,
So let’s sing.
In 2080
I’ll surely be dead
So don’t look ahead,
Never look ahead
It’s a New Year,
I’m glad to be here
It’s the first spring,
So let’s sing.
And the moon shines bright
On the water tonight
So we won’t drown
In the summer sound.
Verse 2:
If you find me I’ll be sitting by the water fountain,
Picket signs, letdowns, meltdown it’s Monday morning
But it’s alright, it’s alright, it’s alright, it’s alright
It’s alright,
Cause in no time, They’ll be gone I guess I’ll still be standing here.
Chorus
Bridge:
Yeah Yeah we can all grab at the chance and be handsome farmers,
Yeah you can have twenty one sons and be blood when they marry my daughters,
And the pain that we left at the station will stay in a jar behind us.
We can pickle the pain into blue ribbon winners at county contests.
Chorus
Pára tudo. Como eu nunca tinha ouvido falar em Yeasayer antes?
Por acaso, pelo Twitter, li que o Guga Azevedo (nosso querido colunista ausente, que terá cadeira cativa eternamente, rs) não parava de ouvir. É claro que fui interceptá-lo, via MSN, pra saber mais a respeito. Uma hora depois, eu tinha ouvido todo o All Hours Cymbals e estou de cara, até agora!
Não é possível que essa banda tenha passado despercebida pelo Claudio Szynkier, nosso colunista ligadíssimo no que rola por essas “bandas” (da região, da sonoridade, etc). Po, Claudio, até agora eu não encontrei, no blog nem na comunidade do Descobrindobandas. O que rolou? Brooklyn, caríssimo, rs. (( Justiça seja feita, a cobrança em torno do Claudio é porque ele tá realmente ligado no que rola por esses lados, haja visto o primeiro programa do podcast dele, que inclusive foi o 2o. “praouvir” do player da inmwt e ainda está ali pra você dar uma orelhada. Se chama “O Brooklyn de Chris Taylor“, que você pode ler na íntegra aqui))
Meu povo, é sério. (Ok, descontem o deslumbramento histérico). O debut deles, com All Hours Cymbals, foi em Outubro do ano passado. Ecoou por aqui em Janeiro, Fevereiro, mas passou despercebido por muita gente. Porém, encontrei uma resenha muito bacana, aqui, escrita pelo Marcus Vinícius. Leiam que vale muitíssimo a pena! Tanto vale que eu sequer vou arriscar falar algo do álbum, além de recomendar aos seus ouvidos, pra já.
Assim como vou recomendar a entrevista deles concedida ao blog Salad Day Music. Entrevistas dessa natureza são ótimas, o papo é sempre reto. Nelas, tu saca muita coisa, pois os caras jogam aberto, falam de tudo, num papo descontraído. Não há a seriedade e o cuidado que há quando o veículo é de grande porte. Os caras falam da formação da banda, a produção do álbum, os freelas pra sustentar a carreira, a tour com o MGMT e sua relação, sobre o único single lançado, que foi a “2080” que tu vê, abaixo, novas composições, etc.
E eu encerro esse post deslumbrado, no qual só faço referências, com o final do texto do Marcus Vinícius. Tem tudo a ver com o contexto em que ele pôs o trabalho do Yeasayer e mais, saca só:
“No single de “2080″, uma mensagem com os seguintes dizeres acompanhava o disco: “Em 2080, apenas a iluminação poderá evitar o terror em todos os lugares”. Talvez seja a tentativa de mostrar que, se tantas referências culturais podem coexistir em um único disco, uma resolução similar para nossos problemas políticos e humanitários ainda seja possível.”











